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O anúncio de Rui Rio sobre quem será o candidato à autarquia de Viseu pode estar por horas. Com a morte de Almeida Henriques, autarca que morreu em abril vítima de Covid-19, os sociais-democratas passaram a ter “uma dor de cabeça” para decidir quem seria o senhor que se segue. João Paulo Gouveia, vice-presidente, mostrou já disponibilidade. Tem a Concelhia com ele, da qual é presidente, e presidentes de junta. Mas, há quem anseie pelo regresso de Fernando Ruas, atual deputado e que já liderou a autarquia durante 24 anos. Mota Faria, presidente da Assembleia Municipal de Viseu, é um dos que dá a voz a uma candidatura que diz ser de “confiança”

Estamos na iminência de conhecer quem será o candidato do PSD a Viseu. Enquanto social-democrata e com responsabilidades de liderança em órgãos autárquicos, quem, na sua opinião, está melhor posicionado para assumir uma candidatura à autarquia. E já agora, vai integrar alguma lista?
Não estou em nenhuma candidatura, até porque não existem candidaturas. O processo não é uma alternativa entre dois candidatos. Fernando Ruas é o líder natural e uma referência local, regional e nacional como político e autarca. É também o exemplo do trabalho de excelência que desenvolveu no concelho e pela afirmação que sempre fez de Viseu no contexto regional e nacional. Se aceitar um convite do presidente do Partido, Rui Rio, teríamos a certeza que vinha com a mesma convicção, determinação e vontade de trabalhar em desenvolver e afirmar Viseu. Certamente, também com novos projetos. Por outro lado, nesta fase da sua vida, com a sua experiência política, autárquica e o seu sentido de missão, a sua candidatura seria para todos os viseenses a candidatura da confiança em ter um Viseu desenvolvido, lutador, reivindicativo e afirmativo.

A outra candidatura de que se fala é a de João Paulo Gouveia…
O engenheiro demonstrou a sua disponibilidade. Quer como vereador, quer agora como vice-presidente, tem desempenhado bem sempre as suas funções. Não está em causa o trabalho, está em causa aquilo que para mim é crucial que é o dr. Fernando Ruas ser líder natural e referência.

É o que melhor encarna a política necessária neste momento para o concelho de Viseu?
Respeito e confio na decisão de Rui Rio. O presidente vai decidir, tendo em consideração as posições dos órgãos locais, também há os estudos de opinião realizados e já teve os contributos de muita gente e, por isso, ele decidirá em função da pessoa que ele entende reunir neste momento as melhores condições para assumir a liderança de um projeto social-democrata para o concelho.

E o Dr. Mota Faria está disponível para fazer parte deste projeto?
Quem é do partido… não tem a ver com a disponibilidade das pessoas. Tem a ver com aquilo que deve ser a decisão de Rui Rio. Fernando Ruas sempre foi uma referência e seria, para mim, aquilo que é fundamental que é uma candidatura da confiança.
Quando se adere a um partido, devemos aceitar e respeitar quem tem a competência de decidir. Eu estou inscrito e tenho deveres e direitos.

Há divergência entre o que é a proposta da Concelhia e da Distrital do PSD?
Deve haver aqui uma vontade que os una em apresentar o melhor projeto. Tanto a Concelhia como a Distrital têm de estar unidas na apresentação do melhor projeto para o desenvolvimento de Viseu. Os partidos existem para servir a sociedade. Penso que não deve haver, nem há, desunião.

Há quem diga que a época de Fernando Ruas já foi outra?
O concelho tem uma grande estima por Fernando Ruas. Sempre viu nele uma pessoa dinâmica e determinada e que sempre colocou Viseu à frente. Sempre foi um lutador, independentemente dos governos. Ele hoje acumula não só uma experiência autárquica como mesmo europeia e que pode pôr à disposição de todos nós. Será, certamente, um projeto diferente, adequando aos novos tempos que vivemos. O Dr. Ruas como ninguém sabe ler os anseios dos viseenses.

E é quem melhor se posiciona para seguir com o que chama de legado de Almeida Henriques?
Lembro aquilo que disse na última Assembleia Municipal. Se há pessoa próxima e amiga e que tem um grande respeito pela sua memória sou eu. Aquilo que disse foi: o legado autárquico que o presidente deixou é dos viseenses para quem trabalhou e cuja obra lhe reconhecerá.
Aproveito também para dizer que a atual presidente tem demonstrada uma dedicação à causa pública e está focada em terminar a obra iniciada pelo Almeida Henriques.

Conceição Azevedo já deu o seu apoio a João Paulo Gouveia…
Respeito todas as opiniões.

Há duas linhas de liderança no PSD em Viseu? Aquela que está com Fernando Ruas, os sociais-democratas mais antigos e aqueles que querem um novo rumo com João Paulo Gouveia?
Há só um PSD. O PSD que tem um projeto social-democrata. A retórica não dá caminhos. O que define o PSD são os projetos, as convicções dos militantes e a confiança que todos temos numa liderança. Isto é o verdadeiro PSD. O PSD é um partido que está unido e é este partido que tem de transmitir um projeto forte, de confiança e de futuro para o concelho de Viseu. Para isso, precisa de ter à frente deste projeto uma liderança forte.

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