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A sessão da tarde do julgamento que coloca no banco dos réus o presidente e vice-presidente da Câmara de Tondela ficou marcada pelos testemunhos de duas funcionárias dos recursos humanos, responsáveis pelo processamento dos boletins de ajudas de custo e pagamento de quilómetros.
Ambas confirmaram que por várias vezes, para informação suplementar, no caso do presidente, consultavam a secretária que era quem dizia se o veículo usado em deslocações era do próprio ou municipal.
O Tribunal e o Ministério Público quiseram ainda saber a razão pela qual, antes dos inspetores da Polícia Judiciária entrarem na autarquia, foram pedidos pela secretária do presidente os originais dos boletins. As duas funcionárias contaram ainda que em 2017 foi pedido para ser feito o apuramento dos valores que pudessem estar em discrepância, numa altura em que já se falava em valores pagos indevidamente.
Já durante a manhã foi ouvida o ex-vereador António Dinis que disse que “não havia controlo” da parte do município dos carros usados pelos elementos do executivo para deslocações em representação da autarquia.
O Ministério Público acusa os dois autarcas de receberem ajudas de custo por deslocações efetuadas em viaturas próprias que terão sido realizadas em viaturas do município entre os anos de 2010 a 2017.
A próxima sessão está marcada para 9 de setembro, altura em que serão ouvidas mais funcionários, entre eles a secretaria do presidente, e ainda testemunhas de defesa.