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Jovem de Tabuaço foge de instituição. GNR não conseguiu retirá-la da casa dos pais

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
11.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
11.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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A GNR tentou sem sucesso, na última quarta-feira (10 de novembro), retirar da casa dos pais uma jovem de 17 anos que fugiu recentemente de uma casa de acolhimento.

Tudo aconteceu em Barcos, no concelho de Tabuaço, de onde a rapariga tinha sido retirada aos cinco anos de idade juntamente com as suas três irmãs.

A jovem evadiu-se há um mês da casa de acolhimento da Santa Casa da Misericórdia de Resende, onde vivia, alegando que não tinha lá liberdade. Desde então, tem permanecido com a família.

Perante esta situação, os militares tentaram encaminhar a rapariga para a instituição social, cumprindo assim um mandado de detenção e encaminhamento emitido pelo Ministério Público por a jovem ter fugido da Misericórdia, mas não conseguiram porque a mesma recusou sair da casa dos pais.

Os pais já pediram ajuda a uma associação de alerta à retirada de crianças e adolescentes para avançar com um processo na Justiça.

A mãe, Anabela Pinto, diz que a filha está com muito medo e não quer voltar a Resende, ameaçando mesmo matar-se caso volte à força. Acrescenta ainda que a GNR ficou de regressar para encaminhar a jovem para a Misericórdia de Resende.

Filipa e as três irmãs foram retiradas há 12 anos aos pais, tendo as primeiras sido encaminhadas para uma casa de acolhimento na zona do Caramulo e muito mais tarde para Resende.

A mãe acusa a Segurança Social de nunca a ter ajudado para voltar a estar com as filhas, afirmando que houve falsos testemunhos e garantindo que nunca as maltratou.

A progenitora também acusou o Estado de pôr as filhas em instituições onde, diz, foram maltratadas. Esta foi a segunda vez que Filipa fugiu de Resende em dois anos. Já em 2019, a jovem tinha fugido com uma das irmãs e outras raparigas para Montijo. Acabaram por ficar na casa de uma amiga que tinham conhecido na instituição e estiveram em fuga durante cerca de dois meses.

A mesma irmã voltou a fugir pouco tempo depois e, quando completou os 18 anos, mudou-se para Viseu. Filipa, que diz que não sofreu qualquer tipo de abuso em Resende, quer acabar agora o nono ano de escolaridade.

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