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Hospitais da Universidade de Coimbra acusados de negligência na morte de idosa de Santa Comba Dão

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11.11.21
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Hospitais da Universidade de Coimbra acusados de negligência na morte de idosa de Santa Comba Dão

Uma família de Pinheiro de Ázere, no concelho de Santa Comba Dão, acusa os Hospitais da Universidade de Coimbra de negligência e diz que não foram prestados os devidos cuidados a uma idosa de 90 anos.

Clarinda Rodrigues deu entrada a 8 de agosto e morreu mais de um mês depois, a 29 de setembro, depois de lhe ter sido amputada uma perna.

A filha, Dina José, diz que a mãe entrou no hospital “com as costelas partidas” e foi encaminhada “para o sexto piso, na Unidade D”. Admite que não consegue perceber o que se terá passado com a idosa que, revela, até estava a melhorar antes de falecer.

“A minha mãe estava muito bem, mas depois teve um entupimento na artéria porque ficou entalada entre a grade da cama e o colchão e foi ao bloco operatório. Os médicos não desentupiram e resolveram amputar a perna, o que levou ao falecimento”, conta, acrescentando que a mãe tinha também um problema de arritmia no coração.

Dina José acusa ainda os profissionais dos Hospitais da Universidade de Coimbra de não terem tratado devidamente a mãe.

A filha diz mesmo que a idosa não recebia sequer água para se hidratar. “Eu chegava e ela pedia-me água porque ninguém a dava. A minha mãe precisava da água para diminuir o sangue e tudo. Não há atenção nenhuma com as pessoas de idade e quem entra naquele piso é mesmo para morrer”, afirma.

Perante esta situação, Dina José apela aos profissionais de saúde para que “tenham atenção quando as pessoas se queixam e que ponham uma campainha para as pessoas de idade poderem pedir ajuda”.

A filha reivindica também um “melhor atendimento” para os idosos, além de melhor atenção com os seus problemas. “Ouvir o que eles dizem não é para dar logo paracetamol. É chamar o médico para ver o que está a acontecer”, apela.

Em resposta ao Jornal do Centro, o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra garante que o serviço onde a idosa esteve internada não recebeu nenhum pedido de relatório clínico a respeito dela. A instituição garante ainda que sempre prestou esclarecimentos aos familiares após a morte da mulher.

O CHUC acrescenta que se mantém disponível para prestar todas as informações que sejam pertinentes para a família de Clarinda Rodrigues.

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