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Os trabalhadores da Função Pública entram em greve esta sexta-feira (12 de novembro).
No distrito de Viseu, as escolas vão ser as mais afetadas pela paralisação com dezenas de estabelecimentos encerrados de acordo com as previsões dos sindicatos, além das unidades de saúde.
Em causa está o protesto pela atualização salarial de 0,9 por cento proposta pelo Governo. Francisco Almeida, porta-voz da União dos Sindicatos de Viseu, recorda que há mais de 12 anos que os funcionários públicos não tinham aumentos substanciais dos seus salários.
“Não há aumentos a não ser aquela miséria de 0,3 por cento (aplicada em 2020, em linha com a inflação). Creio que não há nenhum setor de atividade que esteja nesta situação e não é possível permitir que o Estado trate assim os seus trabalhadores”, argumenta o sindicalista.
Além dos aumentos salariais para toda a Função Pública, a greve também é justificada pelas questões relacionadas com a promoção nas carreiras.
Francisco Almeida antevê que “as escolas, os serviços de saúde e a Segurança Social vão ser muitíssimo afetadas, bem como as autarquias”. O sindicalista aponta para “dezenas de escolas encerradas no distrito”.
Em 2021, houve aumentos de 20 euros na remuneração base da função pública, para os 665 euros, de modo a ficar igual ao salário mínimo nacional, e em 10 euros para os salários que se situavam entre os 665 e os 791,91 euros.