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A GNR não permitiu que o Bloco de Esquerda realizasse uma queima simbólica de faturas da empresa privada Águas do Planalto em Santa Comba Dão e Carregal do Sal.
A iniciativa foi substituída por uma outra ação que decorreu no passado domingo (14 de novembro) nos dois concelhos, em protesto contra o elevado preço de água aplicado aos consumidores da empresa. Os bloquistas optaram por rasgar as faturas.
O porta-voz do Bloco, Diego Garcia, disse que a GNR não permitiu que fossem queimadas as cartas, ainda que de forma simbólica, porque os militares argumentaram que isso constituiria uma violação ambiental.
“Anunciámos isto como uma queima simbólica e, como fazemos sempre, informámos as autoridades competentes: as câmaras municipais e a GNR. E, mesmo a título simbólico, a GNR disse-nos que não podíamos fazer a queima porque iria constituir uma contraordenação ambiental muito grave e uma coima de milhares de euros”, explicou.
Diego Garcia revelou que, por detrás da recusa da GNR, estava o argumento de que os bloquistas iriam “queimar resíduos”.
Em resposta ao Jornal do Centro, a GNR garantiu que não proibiu a realização da queima das faturas a céu aberto, mas reconheceu ter aconselhado a realização doutras ações porque em causa poderia estar uma contraordenação ambiental punida com multa.
A ação de protesto contou com pouca adesão, tendo contado com a participação de militantes do Bloco. A iniciativa vai decorrer também a 16 de dezembro em Mortágua e a 7 de janeiro em Tondela, junto à sede da empresa concessionária.
Os bloquistas reivindicam que o abastecimento de água nos concelhos abastecidos pela Águas do Planalto seja público.