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A vítima mortal do acidente que aconteceu no IP3 na noite deste domingo (28 de novembro) era natural de Viseu e tinha 34 anos. O homem, que seguia no sentido Viseu-Coimbra, morreu no local depois de um choque com extrema violência com outras duas viaturas.
Do acidente resultaram mais seis feridos, um com gravidade, um homem de 60 anos, os restantes foram considerados feridos ligeiros e têm entre os 50 e 70 anos.
Segundo fonte dos Bombeiros de Santa Comba Dão, o carro onde a vítima mortal seguia sozinha ficou destruído. “Foi um choque brutal, perdeu as rodas e o motor. O carro estava com dados frente e traseira”, disse a mesma fonte.
Ao que tudo indica, a vítima mortal, que seguia no sentido Viseu-Coimbra, terá batido nas duas viaturas que circulavam no sentido oposto. “A viatura da vítima mortal encontrava-se fora da estrada, os outros dois, um deles estava no meio da estrada e o outro também fora da estrada”, explicou.
O excesso de velocidade poderá estar nas causas do acidente. Ao Jornal do Centro, Hélder Costa, comandante dos Bombeiros Voluntários de Santa Comba Dão, explicou que há zonas no IP3 suscetíveis a acidentes, mas que este não é o caso”.
“Nesta situação, penso que não se pode culpar a estrada. É uma zona larga, com bom piso, uma reta que termina com uma curva ligeira. Há zonas que de facto podem ser mais suscetíveis a acidentes, mas neste caso não”, destacou.
Já o presidente da Câmara Municipal, Leonel Gouveia, que acorreu ao local do acidente, explicou que “a falta do separador central tornou o choque ainda mais violento” e que se trata de uma zona onde já aconteceram outros incidentes, “mas não com esta gravidade”.
O último acidente mortal no IP3 foi em junho deste ano. Pai e filho perderam a vida quando o carro onde seguiam bateu frontalmente num camião que circulava no sentido Viseu-Coimbra.