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Centro para o envelhecimento ativo e saudável dinamizado pela comunidade académica

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Centro para o envelhecimento ativo e saudável dinamizado pela comunidade académica

O Instituto Politécnico de Viseu (IPV) vai juntar-se aos politécnicos de Castelo Branco e Guarda e à Universidade da Beira Interior (UBI) para criar o Centro de Referência para o Envelhecimento Ativo e Saudável do Interior da Região Centro.

O projeto AgeINFuture visa juntar os recursos das quatro entidades de ensino superior para “promover o interesse regional no âmbito do Envelhecimento Ativo e Saudável”, revela a UBI em comunicado.

A iniciativa é justificada pela instituição “pelo aumento da esperança média de vida, acompanhado de uma situação demográfica que deu origem a um envelhecimento muito considerável da população nas regiões rurais”, em particular na região onde o centro irá atuar, num cenário em que se prevê que o envelhecimento se agrave ainda mais nas próximas décadas.

A iniciativa terá a sua sede no complexo UBImedical, em Covilhã, e será criada com a assinatura de um protocolo esta quarta-feira (15 de dezembro) com a presença da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. No dia 20, o Instituto Politécnico da Guarda vai receber a assinatura do acordo para a entrada do projeto como parceiro do Observatório Nacional do Envelhecimento.

Em comunicado, a UBI explica que o AgeINFuture “irá funcionar com base na cooperação entre os seus membros e outras entidades e serviços para identificar, implementar e monitorizar as boas práticas em toda a região Interior Centro”.

Este trabalho terá em vista a promoção de “soluções inovadoras, para desenvolver a economia associada ao envelhecimento da sociedade e, ainda, contribuir para o aumento do número de anos de vida saudável”, acrescenta a universidade.

O futuro centro poderá ainda “partilhar informações com interesse para o desenvolvimento e melhoria contínua da intervenção e garantir o adequado acompanhamento e avaliação das atividades conjuntas”, respondendo assim a preocupações nacionais e europeias em torno do envelhecimento ativo “e que mostraram a sua relevância” com a atual pandemia.

Os Centros de Referência para o Envelhecimento Ativo e Saudável são estruturas regionais que organizam os seus parceiros num modelo que congrega indústria, sociedade civil, academia e investigação e autoridades governamentais, promovendo uma abordagem abrangente e alicerçada em inovação para promover o envelhecimento ativo e saudável, unindo esforços para criar uma rede portuguesa do género.

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