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Berrelhas diz que greve às horas extra não afeta serviço MUV

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
22.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
22.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Berrelhas diz que greve às horas extra não afeta serviço MUV

A empresa Berrelhas diz que a não vai afetar o serviço MUV – Mobilidade Urbana de Viseu.

Questionada pelo Jornal do Centro, a empresa explica que a paralisação foi decretada apenas por um sindicato, Sindicato Nacional dos Motoristas e Outros Trabalhadores (SNM), “o qual representa 20 motoristas num universo de 120 trabalhadores”.

Os responsáveis garantem que “está muito longe de respeitar a verdade a afirmação segundo a qual essa greve virá afetar o serviço MUV, ou outro que seja”.

Os trabalhadores queixam-se que a empresa “obriga diariamente os seus motoristas a cargas de trabalho, que extravasam, e muito, o previsto na Lei (150 horas anuais) e na convenção coletiva de trabalho vigente”.

Dizem ainda que as horas extra são “impostas” já que vêm nos mapas diários de trabalho e, “na maior parte dos casos, não há o descanso mínimo”.

“Os motoristas não conseguem ter as 11 horas de descanso entre jornadas de trabalho. E, no nosso entendimento, há também práticas da empresa que podem consubstanciar assédio laboral e ou moral, tendo em conta os atos de perseguição aos seus trabalhadores”, disse Jorge Costa, presidente do SNM.

Em resposta, a Berrelhas fala em “acusação torpe e infundada” e acusa alguns trabalhadores de não cumprirem com as suas obrigações e de darem azo a “queixas constantes” dos utentes.

“O alegado “assédio” que esta empresa pratica constitui uma acusação torpe e infundada, visando reverter procedimentos disciplinares instaurados a associados desse sindicato que não cumprem as suas obrigações e assim dão azo a queixas constantes e consecutivas de utentes, como temos documentado”.

Por isso, acrescenta “jamais pode constituir assédio ou perseguição disciplinar de quem não sabe ou não quer cumprir as regras”.

A empresa explica ainda que “é verdade que existe algum trabalho extra, mas é falso que abranja a totalidade de motoristas” e que esse trabalho “é rigorosamente pago”.

Na mesma resposta, os responsáveis pela Berrelhas sublinham que “a empresa procura respeitar as regras em vigor, apesar das inúmeras dificuldades com que tem vindo a ser confrontada e que são alheias à sua vontade”.

Destacam que “nunca teve como dizem existir no sector, motoristas a recibos verdes ou trabalhadores sem qualquer tipo de contrato, esses sim problemas que deveriam ocupar os sindicatos”.

Jorge Costa disse ao Jornal do Centro que o sindicato “está a negociar, há mais de um ano, a questão do trabalho extraordinário, mas até à data, ainda nada foi resolvido, apesar das promessas de ser hoje, amanhã, no próximo mês”.

“Agora não pode haver mais promessas. A greve vai parar quando a empresa colocar em cima da mesa o plano de trabalho que inclua horários de trabalho com oito horas e não com 10, 11 e 12 horas, como chega a haver”, alertou.

Sobre estas conversações a Berrelhas não deu qualquer explicação.

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