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A Assembleia Municipal de Tabuaço aprovou por maioria o orçamento da Câmara para 2022. O valor do documento, que contou com os votos contra do PS, é de pouco mais de 16 milhões de euros.
O executivo presidido por Carlos Carvalho (PSD-CDS) reconheceu que o orçamento municipal tem uma estratégia não muito diferente do último ano. Uma situação que é justificada pelo presidente com, entre outras razões, “uma série de situações que foram prorrogadas até junho de 2023, atrasando a entrada em vigor do Portugal 2030 que, à partida, poderia trazer algumas novidades”.
“Esta indefinição leva a que nós não tenhamos alterado grande parte da estrutura do orçamento porque acreditamos e percebemos que este será um ano de consolidação ou concretização deste (atual) quadro comunitário, muito mais do que aquilo que será a abertura de novos horizontes”, acrescentou Carlos Carvalho.
O PS votou contra este orçamento. O socialista Cristofe Pedrinho alertou para a situação financeira do município que diz ser “preocupante” e também para a falta de prioridades do município.
“As prioridades estratégicas são erradas ou insuficientes e é precisamente nessa definição do que é prioritário e estratégico que nós discordamos. Consideramos mesmo que se trata de mais uma oportunidade perdida”, afirmou.
Cristofe Pedrinho acrescentou que o orçamento não tem medidas que visem “colocar Tabuaço num patamar de competitividade nos próximos anos”.
“O orçamento para 2022 não apresenta qualquer novidade em impostos para as empresas e as famílias, não há qualquer mudança. Deviam dar exemplos de políticas fiscais ativas e inovadoras que ajudassem as famílias e as empresas e não há nada”, rematou o opositor.