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Faz dois anos que a palavra Covid-19 começou a entrar no léxico dos portugueses. O primeiro caso foi só conhecido em março de 2021, mas da China já chegavam, em dezembro, notícias alarmantes.
Há um ano, era o primeiro Natal e passagem do ano de um “novo normal”. Eram ditadas medidas de contenção. As festas foram “canceladas” e a mobilidade reduzida.
Um ano depois… quase tudo na mesma. Há medidas de contenção para evitar contágios, por forma a evitar que janeiro seja menos dramático daquele que se registou há um ano, embora a situação já não seja a mesma. Agora, a maioria da população já está vacinada.
Mas vamos a números. A 31 de dezembro de 2020, na região de Viseu tinham sido conytabilizados 9 567 casos de Covid-19 desde que em março foi dado a conhecer o primeiro caso. Óbitos provocados pela pandemia eram 184.
Hoje, 31 de dezembro de 2021, o número de infetados é de 38 127. O número de mortes subiu para 699.
No Hospital de Viseu a diferença é visível. Há um ano, estavam internadas mais de duas centenas de pessoas, grande parte em cuidados intensivos. Agora, os números indicam pouco mais de 25 internamentos e uma média de seis a necessitar de cuidados especializados.
E a covid-19 provocou mais de 5,42 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.937 pessoas e foram contabilizados 1.358.817 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.
Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.