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Cinfães com orçamento aprovado de 22,5 milhões de euros

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Cinfães com orçamento aprovado de 22,5 milhões de euros

A Câmara de Cinfães prevê investir cerca de 22,5 milhões de euros no orçamento para 2022. O documento foi aprovado na última Assembleia Municipal, com votos contra da bancada da coligação Viva Cinfães (PSD-CDS).

Em comunicado, o executivo liderado por Armando Mourisco (PS) refere que o orçamento dá continuidade ao trabalho da autarquia nos últimos anos, voltado para a “valorização e crescimento do nosso território”, e aos apoios às instituições, às freguesias, às empresas e às famílias do concelho.

“Este orçamento responde também aos principais desafios de 2022, um ano que ficará marcado pelo arranque da Estratégia Local de Habitação e pela descentralização de competências com o Município a assumir as áreas da saúde e da ação social”, acrescenta a nota da Câmara.

O presidente da Câmara afirma que se trata do “maior orçamento de sempre” do município. “É um orçamento ambicioso mas muito realista e, acima de tudo, de contas em dia, sem nunca colocar em causa o equilíbrio financeiro do Município”, diz.

Armando Mourisco acrescenta que o documento reflete a “gestão rigorosa dos últimos anos” e também a “maximização do acesso aos fundos comunitários disponíveis, sendo a autarquia de Cinfães um dos municípios do país com maior taxa de aproveitamento destes fundos”.

A Câmara prevê investimentos na educação, no turismo, na cultura, nas vias municipais, no abastecimento de água e alargamento da rede de saneamento, no desporto, na habitação, na criação de novas zonas industriais e na modernização administrativa.

“Temos um orçamento onde em primeiro lugar, sempre, as pessoas, razão pela qual as políticas apresentadas são viradas para a melhoria das condições de vida, incentivo à fixação da população, captação de investimento e criação de emprego”, garante Armando Mourisco.

Oposição critica orçamento ‘copy, paste’

Já o vereador do PSD na Câmara, Bruno Rocha, considera que o orçamento não reflete o contributo da oposição e dos presidentes de junta e que o documento significou uma cópia das propostas dos anos anteriores e “não satisfazem as necessidades, nem as prioridades necessárias para um desenvolvimento económico e social do nosso concelho”.

“A maioria no executivo, optou por apresentar o seu orçamento, fazendo ‘copy, paste’ de anos anteriores, com as mesmas propostas, algumas delas com 10 anos. Algo que de resto não nos surpreende, quando ouvimos sistematicamente desvalorizar os indicadores negativos do concelho ao nível social e económico e quando se considera a quebra de população uma fatalidade, é porque acreditam que estão no bom caminho”, criticou Bruno Rocha.

O vereador acrescentou que as propostas da oposição “não foram tidas em consideração neste documento, apesar de representar um terço dos eleitores e vários milhares de cinfanenses”, lamentando que não foram acolhidos a construção das áreas de acolhimento empresarial e o apoio à contratação sem termo para diminuição do trabalho precário.

Bruno Rocha propôs o início da construção de uma estrada interna municipal, a requalificação da Estrada Nacional 225 e de habitações devolutas em alojamento local e a construção de passeios nos principais núcleos urbanos, além da criação do Complexo Desportivo de Piães, do apoio ao alojamento dos estudantes universitários e do aumento dos apoios às instituições sociais, entre outras propostas.

Bruno Rocha acusou também o executivo de Armando Mourisco de ter aumentado “de forma brutal, quase mais 50% os custos com os eleitos locais e com os cargos públicos, tendo hoje quatro vereadores a tempo inteiro, uma chefe de gabinete, uma adjunta da chefe de gabinete e duas secretárias”.

O orçamento também é apontado pelo vereador da oposição por prever menos investimento nas prioridades elencadas pela maioria, como o desenvolvimento económico, o empreendedorismo e emprego e a coesão social, solidariedade e família.

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