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Bombeiros de Resende e V. N. Paiva com novas equipas de intervenção permanente

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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07.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Bombeiros de Resende e V. N. Paiva com novas equipas de intervenção permanente

Os Bombeiros de Resende e Vila Nova de Paiva já têm novas equipas de intervenção permanente (EIP). As formações são formadas por cinco bombeiros e destinam-se ao cumprimento de missões no âmbito da Proteção Civil.

Os custos são suportados em 50 por cento pelas autarquias locais e os restantes 50 por cento pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Em declarações ao Jornal do Centro, o comandante dos Bombeiros de Vila Nova de Paiva, Pedro Rochinha, destaca a importância desta equipa para dar resposta às missões da corporação.

“Acreditamos que estes cinco bombeiros vêm dar uma maior capacidade de resposta ao nosso concelho, ao distrito e a outras áreas fora do distrito, se assim houver necessidade”, afirma.

Pedro Rochinha acrescenta que a nova EIP irá servir para dar resposta “às diferentes missões que vão surgindo no dia-a-dia e que são cada vez mais exigentes”. “Todos os dias aparecem coisas novas e nós temos de dar resposta”, explica. O protocolo foi assinado entre a Proteção Civil, a autarquia de Vila Nova de Paiva e os próprios Bombeiros locais.

Já os Bombeiros de Resende têm agora uma segunda EIP. Sérgio Monteiro, comandante da corporação, fala de uma “mais-valia” e realça a importância destas equipas num concelho onde há “muita dificuldade” para recrutar novos operacionais.
“Estas equipas são para a primeira intervenção, que tem de ser cada vez mais profissional, e só a partir daí é que podemos recorrer ao voluntariado e é uma mais-valia”, diz.

Sérgio Monteiro assume que o voluntariado está cada vez mais difícil. Por isso, os Bombeiros de Resende vão “iniciar em breve” a escola de infantes e cadetes “para miúdos dos 6 aos 13 anos”, com o objetivo de começar a incutir o espírito de voluntariado.

“Queremos que, quando chegarem aos 18 anos, tenham incutido neles este espírito para ver se conseguimos resolver esta questão que não será fácil (de voluntariado)”, diz acrescentando que a escola já conta com cerca de 60 inscritos e ainda não abriu por causa da atual situação da pandemia.

As EIP têm a missão de assegurar em permanência o socorro no combate a incêndios e em outras situações como inundações, desabamentos, abalroamentos, acidentes e catástrofes, entre outras funções.

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