5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Diário » Italiano detido em Oliveira de Frades está agora em parte incerta

Italiano detido em Oliveira de Frades está agora em parte incerta

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.01.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Italiano detido em Oliveira de Frades está agora em parte incerta

Um italiano de 29 anos foi detido em Oliveira de Frades por suspeita de ter entrado ilegalmente no país, mas está agora desaparecido e sem paradeiro depois de ter fugido de um hospital do Porto onde estava internado com problemas mentais.

O homem foi dado como morto pela família e amigos, mas, na verdade, atravessou Itália, França, Espanha e Portugal a pé ou de boleia.

O indivíduo, segundo avança o Jornal de Notícias, não trazia identificação e foi detido em Oliveira de Frades em novembro do ano passado pela GNR.

No dia seguinte, foi acionado o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), onde os inspetores encontraram “um farrapo humano” que “raramente falava” e que, quando o fazia, apresentava “delírios”, disse o inspetor Vítor Branco ao JN.

Marco Ghedini sofria de uma depressão que o levava a assumir diferentes personalidades e, por causa do seu estado de debilidade, foi encaminhado por decisão do Tribunal para o Centro de Instalação Temporária de estrangeiros do Porto para ser depois expulso para o país de origem no prazo de 60 dias.

O SEF tentou descobrir qual era esse país e acabou por conseguir reunir pistas que localizaram o homem em Espanha. Algumas palavras ditas pelo detido e um número de telefone conduziram a investigação para a Itália.

Marco Ghedini ficou depois internado no Hospital Magalhães Lemos, também no Porto, e sofreu um surto psicótico, tendo passado a ter constante acompanhamento médico.

Mas foi do hospital que o homem acabou por fugir no passado sábado (15 de janeiro) antes de embarcar num voo de regresso a casa que já estava marcado e contava com o envolvimento da Embaixada da Itália. Continua em paradeiro incerto, tendo sido localizado pela última vez em Grijó, em Vila Nova de Gaia.

Segundo os relatos das autoridades, o italiano natural de Ostiglia, na região da Lombardia, não tomava banho há cerca de quatro meses e tinha barba grande, roupa rasgada e botas mais do que gastas.

Marco Ghedini era um aluno de Belas Artes que, no final de 2020, sofreu uma depressão que o fez fugir de casa em março do ano passado. Seria encontrado semanas depois, mas o problema mental permaneceu incurável e, em junho, Marco garantiu que se ia suicidar, tendo sido visto a caminhar em direção a uma ponte.

O corpo nunca foi encontrado, mas os familiares e amigos ficaram convencidos de que estava morto e organizaram uma cerimónia fúnebre. Isto quando, na realidade, Marco já caminhava em direção a França, tendo percorrido o país gaulês durante um mês.

Em agosto, entrou em Espanha e, em outubro, apanhou boleia de um camião que atravessou a fronteira de Vilar Formoso antes de acabar por ir a Oliveira de Frades, onde foi intercetado e detido.

O SEF já apelou a quem souber do seu paradeiro para que contacte os seus serviços.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar