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Legislativas: Bloco de Esquerda propõe fundo permanente para o património

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 Legislativas: Bloco de Esquerda propõe fundo permanente para o património

A candidatura do Bloco de Esquerda de Viseu às legislativas visitou a rede de monumentos do Vale do Varosa, no concelho de Tarouca, para dar conta das exigências dos equipamentos culturais do distrito.

Ao todo, os bloquistas passaram pelo Mosteiro de São João de Tarouca, pelo Mosteiro de Santa Maria de Salzedas e pela Ponte Fortificada de Ucanha.

Segundo um comunicado do BE, foi possível aferir na visita “as necessidades mais prementes para a valorização, dinamização e aproximação” das populações ao património histórico.

O Bloco deixou críticas às políticas adotadas para o setor da cultura nos últimos vinte anos, que “sofreram uma estagnação, tanto orçamental como teórica, com as suas atividades nucleares – património, arqueologia e artes – convertidas em adereço promocional da iniciativa turística e imobiliária”.

Os candidatos bloquistas, encabeçados por Manuela Antunes, também defendem a revisão da “forma como é garantida a intervenção para requalificação de património” e propõem a criação de um fundo permanente que permita a “manutenção regular e preventiva” dos espaços, evitando que as intervenções “se tornem mais difíceis e dispendiosas com o tempo” e permitindo que as mesmas sejam feitas “de forma imediata”.

Além disso, o Bloco também defende o reforço do pessoal dos equipamentos museológicos, propondo que cada espaço “contasse com um técnico superior que, em coordenação com uma equipa, poderia efetivamente responder ao potencial cultural de monumentos e equipamentos como os que existem no Vale do Varosa”.

“A necessidade da valorização da carreira dos assistentes técnicos é outro ponto que se poderia revelar essencial para a dignificação dos equipamentos culturais, museológicos e patrimoniais, a par da dignificação de quem trabalha em horários que muitas vezes representam grandes sacrifícios para a sua vida pessoal”, acrescenta o partido.

O Bloco de Esquerda recorda ainda que também defende novas políticas que concretizem a democratização do acesso à cultura, ao património e à criação artística e que exige a alocação de 1 por cento do Orçamento do Estado para a cultura.

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