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IP3 fechado para obras a partir de 2 de março

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 IP3 fechado para obras a partir de 2 de março

O IP3 vai estar fechado na zona de Penacova a partir de 2 de março. A via vai estar cortada ao trânsito durante três semanas para a realização de trabalhos de estabilização de um talude.

O corte junto à Livraria do Mondego já tinha sido anunciado em dezembro do ano passado pelo presidente da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.

Fernando Ruas criticou duramente a decisão após uma reunião com a Infraestruturas de Portugal, falando na altura de um corte que surge “não para haver obra, mas apenas para consolidar os taludes”.

A empresa pública explicou que este encerramento do IP3 se deve à intervenção num maciço rochoso, para garantir as condições de segurança e a rápida concretização dos trabalhos.

Fernando Ruas acrescentou ainda que, neste corte, a circulação no sentido Coimbra-Viseu “teria de ir à Estrada da Beira e depois retomar ao IP3 na zona de Mortágua”. “No sentido contrário, tem de se fazer a ligação pelo Luso, a antiga estrada que se fazia, até à zona da Mealhada”, especificou.

Fernando Ruas classificou ainda a requalificação do IP3 como uma intervenção “minimalista” e defendeu a construção da autoestrada entre Viseu e Coimbra, dizendo que, sem essa via, as duas cidades teriam uma “situação injusta e humilhante”.

O corte também foi criticado pela Associação de Utentes do IP3. O porta-voz da organização, Avelino Mesquita, diz-se descontente com os cortes e os atrasos no calendário, já que o corte estava inicialmente previsto para fevereiro.

“É importante que se finalize aquele troço para se partir para a segunda fase da requalificação, que já foi a concurso internacional e que já devia ter começado em 2022, que foi o que nos prometeram. As obras iam acabar em 2023 e já não será. Agora, são bem-vindas estas obras e esperamos que não causem transtornos, mas vai criar situações complicadas”, diz.

Avelino Mesquita aponta ainda algumas alternativas e soluções para os condutores que vão ser afetados pelos cortes de trânsito.

“Quem vem de Viseu chega ao Porto da Raiva ou a Oliveira do Mondego e tem um cruzamento que diz Barragem do Coiço. Sai por ali, apanha a Nacional 2 e depois torna a apanhar mais à frente o IP3, ao lado de Penacova. Quem vem de Coimbra tem o mesmo problema, tem de sair da zona de Espinheira ou de Penacova e entra na Nacional 2, e esta é a solução para os ligeiros”, aponta.

Avelino Mesquita admite que os veículos pesados vão ter uma vida mais difícil “porque, em Penacova, as estradas não vão aguentar o trânsito pesado”.

As obras de requalificação na estrada Viseu-Coimbra têm decorrido desde 2019 e estão previstas para terminar em 2026.

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