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Ucrânia: Uma centena pediu a paz no Rossio, em Viseu

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
25.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
25.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ucrânia: Uma centena pediu a paz no Rossio, em Viseu
Cerca de uma centena de pessoas juntou-se ontem à noite no Rossio, em Viseu, para apelar à paz na Ucrânia. A comunidade ucraniana residente em Viseu saiu à rua com cartazes, palavras de apelo e muita apreensão no olhar com o futuro do seu povo e dos muitos familiares que permanecem nas cidades, muitas delas onde o conflito tem estado a escalar com operações militares entre Ucrânia e Rússia. Com lágrimas a cair no rosto, houve quem lamentasse que em “pleno século XXI se assista a uma guerra feita por bandidos”, como avançava, com receio das próprias palavras, um jovem ucraniano que está em Viseu há sete anos. Oriundo de uma cidade perto da Polónia, onde os ataques ainda não chegaram, diziam que “hoje em dia não há longe, nem perto. Há gente a morrer”. “Ainda consigo falar com os meus familiares pela internet, mas duvido que o vá conseguir fazer no futuro”, desabafou. Já com mais de uma década em Portugal, um outro manifestante demonstrava, de uma forma pesada, que tinha a cabeça a ferver com muita informação. “Nada disto é normal. Temos todos famílias, temos pai, mãe, irmãos, filhos… não é fácil. O agressor (Putin) não vai conseguir meter a Ucrânia de joelhos”, disse, agradecendo a quem tem demonstrado solidariedade com o seu povo, até “mesmo os russos que já levantaram os braços em protesto”.
 Ucrânia: Uma centena pediu a paz no Rossio, em Viseu
Enquanto isso, no Rossio cantava-se, gritava-se em ucraniano “Não à Guerra”. Na escadaria da Igreja dos Terceiros, dezenas de velas diziam o mesmo: “Não à guerra”. A manifestação apartidária, em solidariedade para com o povo ucraniano foi promovida por Fernando Figueiredo. “Nós temos uma grande comunidade ucraniana aqui em Viseu que está bem integrada e que acrescenta valor ao concelho e achámos que era importante mostrar a nossa solidariedade e o nosso apoio. É o mínimo que podemos fazer”, sublinhou Fernando Figueiredo, militar de carreira. “Para quem já viveu guerras como eu já vivi sem bem o que isto significa. Ninguém sai a ganhar”, acrescentou. À concentração juntaram-se também alguns viseenses, assim como representantes de partidos como o Bloco de Esquerda e PS. {#slide|8|slide#}
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