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Bombeiros: Preço dos combustíveis compromete transporte de doentes e pode levar a despedimentos

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
10.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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10.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Bombeiros: Preço dos combustíveis compromete transporte de doentes e pode levar a despedimentos

Cortes no transporte de doentes e despedimentos nas corporações de bombeiros podem ser algumas das consequências do contínuo aumento do preço dos combustíveis. Os bombeiros estão preocupados e já se fala na iminente falência de algumas corporações.

Com o anúncio do aumento do preço dos combustíveis, a Liga dos Bombeiros Portugueses pediu uma audição ao Governo mas ainda não obteve resposta, confirmou ao Jornal do Centro Fernando Farreca, representante da Liga no distrito de Viseu.

“Solicitámos reuniões, enquanto Liga, ao Ministério da Saúde e Ministério da Administração Interna às quais ainda não obtivemos resposta, mas estamos bastante preocupados com esta situação porque podemos estar em situação de falência de muitas corporações de bombeiros”, explicou.

Fernando Farreca, que é também comandante da corporação de Oliveira de Frades, alerta que “pode estar em causa o transporte de doentes, ou mesmo a sua suspensão, e muitos posto de trabalho”.

“Os bombeiros são responsáveis por 12 mil postos de trabalho a nível nacional e muitos deles podem estar em causa, porque as corporações para poderem ter os carros na rua vai-lhes faltar dinheiro para pagar os ordenados. Isto é uma bola de neve e nós temos que rapidamente lutar contra isto, porque senão o socorro às populações pode estar em causa”, garantiu.

Fernando Farreca explicou ainda que, numa fase inicial, vão solicitar ao Governo que altere a portaria onde está definido o valor a pagar de 51 cêntimos por quilómetro, e que há muito as corporações exigem que seja revisto, ou que possam usufruir do preço do combustível que é praticado para transportadoras e transportes públicos. Combustível sem impostos é outra das propostas da Liga.

“Estamos a solicitar ao Governo que corrija a portaria que é de 2011, onde pagava 51 cêntimos por quilómetros, ou então que nos ceda a possibilidade de metermos combustíveis ao preço das transportadoras e dos transportes públicos. Isto é o que pretendemos no imediato e, de seguida, passarmos para a negociação do preço dos quilómetros e do combustível. O que seria justo era os bombeiros terem o combustível sem impostos porque estamos a prestar um serviço às populações”, frisou.

Este sábado (12 de março) realiza-se o Conselho Nacional da Liga dos Bombeiros Portugueses de onde “irão sair medidas”. “Vamos ver o que é que os conselheiros, federadas e associações têm a dizer perante isto e quais as medidas a serem tomadas rapidamente”, finalizou Fernando Farreca.

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