5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Diário » Vice-presidente do Conselho da Magistratura lamenta Viseu sem comboio

Vice-presidente do Conselho da Magistratura lamenta Viseu sem comboio

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.07.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Vice-presidente do Conselho da Magistratura lamenta Viseu sem comboio

O vice-presidente do Conselho Superior de Magistratura (CSM) lamentou que Viseu continue sem ligação ferroviária.

O desabafo de José Sousa Lameira foi manifestado esta quinta-feira na abertura do encontro anual entre o CSM, os presidentes das comarcas e os inspetores judiciais, que decorre em Viseu.

Depois de ter ouvido o vice-presidente da Câmara, João Paulo Gouveia, a dizer que o IP3 e a falta de comboio eram os principais entraves ao desenvolvimento de Viseu, o vice-presidente do CSM lamentou que muitos autarcas não tivessem defendido a ferrovia quando deixaram de existir linhas em todo o país.

“Sou um fervoroso adepto dos transportes ferroviários, mas, e desculpe-me que lhe diga isto, foram muitos os autarcas que, há 25, 30 anos, contribuíram para o definhar da nossa rede ferroviária”, afirmou.

José Sousa Lameira falou da região de Trás-os-Montes, “uma zona que eu conheço e com a qual sou sensível”, onde, recordou, o comboio chegava até às zonas de Chaves e Bragança. “Ninguém lutou por esses comboios. Na altura, só se pretendia desenvolver a rodovia, só se pensava nas estradas e os comboios fecharam de uma vez e nunca mais abriram”, criticou.

O dirigente mostrou-se também um defensor acérrimo da descentralização, considerando que ela deve também chegar à Justiça. “É evidente que isso não passa pelo Conselho, deverá passar pelo Ministério a descentralização dos órgãos de Justiça, e isso até hoje não tem sido feito”, disse.

O vice-presidente do CSM revelou também que a ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, tem no seu plano de ação “uma maior descentralização do Centro de Estudos Judiciários”, que, no seu entender, deve estender a sua atividade ao resto do país.

“Nós precisamos que o CEJ consiga formar mais juízes, magistrados do Ministério Público ou outras categorias. Se Lisboa não tem capacidade, no resto do país, seja Porto, Coimbra ou outra cidade, também há professores, massa crítica e juízes que podem ser formadores do CEJ e contribuir para essa descentralização que é tão necessária ao desenvolvimento harmonioso do país”, defendeu.

O Encontro Anual entre o Conselho Superior de Magistratura, os presidentes das comarcas e os inspetores judiciais decorre numa unidade hoteleira de Viseu, tendo como tema “A Presidência das Comarcas e as Inspeções nos Tempos Atuais”.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar