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Incêndios: GNR alerta que todo o cuidado é pouco

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.07.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Incêndios: GNR alerta que todo o cuidado é pouco

As autoridades pedem atenção e cuidados redobrados às pessoas com o calor e os incêndios. O tenente-coronel Adriano Resende, relações públicas da GNR de Viseu, lembra algumas das proibições que estão em vigor em altura de situação de contingência, que vai prolongar-se até domingo.

“As temperaturas estão muito altas e, a isso, associa-se algum vento com bastante intensidade. Por isso, todos os cuidados são poucos. As indicações impostas pela situação de contingência são reais e têm de ser observadas com todo o rigor. A população deverá apoiar no possível no controlo dos incêndios, mas acima de tudo tomar cuidados para que as ocorrências não aconteçam”, lembra o militar em declarações ao Jornal do Centro.

Adriano Resende recorda também os “comportamentos diligentes que, eles próprios, originam incêndios”, como a realização de queimas e queimadas, uma medida que está proibida. “Também não pode, nem deve existir a utilização de maquinarias em espaço florestal. Nós, autoridades, pedimos à população que observe estas limitações e deixe os trabalhos para outros dias mais saudáveis”, adverte o relações públicas.

Também entre os cuidados a ter, está o depósito de lixo e resinas na floresta que também não deve acontece. O militar dá como exemplo o vidro “que, em determinadas circunstâncias, pode ele próprio, por efeito de lupa, iniciar um incêndio”.

Segundo o tenente-coronel da GNR, as autoridades já estão a identificar pessoas por desrespeitarem as regras em vigor, estando por isso sujeitas a multas. Mesmo assim, diz que, “de uma forma geral”, a população vai cumprindo com as normas.

Os conselhos à população não se ficam por aqui. Adriano Resende pede às pessoas para que sejam agentes de Proteção Civil, vigiando a floresta e “identificando junto das autoridades comportamentos que considerem que não são os mais corretos para que possamos ir junto dos seus autores, sensibilizá-los e identificá-los”.

“Todos nós temos de trabalhar de uma forma só para proteger as nossas propriedades, a nossa vida e tudo o que está envolvente”, conclui o relações públicas da GNR de Viseu.

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