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Distrito de Viseu com 63 incêndios florestais nos últimos 10 dias

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.07.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Distrito de Viseu com 63 incêndios florestais nos últimos 10 dias

O distrito de Viseu teve 63 incêndios florestais nos últimos dez dias, sendo que a maioria dos fogos foi registada durante o período em que o país estava em situação de contingência, com as temperaturas a rondar os 40 graus.

O balanço foi feito pelo comandante operacional distrital da Proteção Civil (CODIS), Miguel Ângelo David, que lembrou que o combate foi dificultado pelas altas temperaturas.

“O combate correu bem. Felizmente, não tivemos bombeiros com ferimentos graves, nem populações ou aldeias afetadas. As situações que houve com os bombeiros foram sobretudo de cansaço, mas fruto também das altas temperaturas da semana passada”, disse.

Com o estado de contingência, os meios para combater os fogos foram reforçados. O CODIS realçou que a Proteção Civil atacou com toda a força os incêndios que iam surgindo para impedir que os fogos ganhassem dimensão.

“Houve uma situação de contingência que levou ao aprontamento do dispositivo nos quartéis e também ao reforço de equipas. A circunstância dos bombeiros voluntários oriundos dos setores público e privado e da sua dispensa para estarem ao serviço muito contribuiu para que esse reforço pudesse ser executado”, referiu.

Numa altura em que o país está agora em situação de alerta, Miguel Ângelo David recordou que a tónica deve ser sempre a de “tolerância zero à utilização do fogo e de maquinarias porque, apesar de todos os esforços das autoridades competentes, ainda tivemos incêndios provocados por queimas de sobrantes e trabalhos agrícolas”.

“Foram circunstâncias que, perante a onda do calor que estamos a viver e a situação de alerta, não deveriam de alguma forma acontecer”, acrescentou.

Questionado sobre os incêndios que terão envolvido mão criminosa, Miguel Ângelo David admitiu que “há circunstâncias em que existe essa suspeita de origem dolosa” e lembra que cabe à GNR e à Polícia Judiciária investigar os casos.

A situação de alerta termina pelo menos nesta quinta-feira. O comandante distrital deixou alguns alertas à população, nomeadamente tolerância zero “em tudo o que sejam atividades que possam provocar ignições” de fogos, como o uso de máquinas agrícolas e a circulação dentro da floresta que está proibida, além da proibição de queimas. “As autoridades andam na rua e a fiscalização está a trabalhar”, concluiu.

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