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Livros escolares gratuitos só para alunos carenciados

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
21.07.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
21.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Livros escolares gratuitos só para alunos carenciados

A Câmara de Viseu vai deixar de oferecer os livros e cadernos de fichas aos alunos do ensino privado que não sejam abrangidos por apoios sociais. Já no ensino público, os livros de fichas também só serão entregues gratuitamente aos beneficiários da ação social.

Com o anterior executivo de Almeida Henriques, os livros e fichas eram entregues a todos os alunos do privado e do público, sem distinção. Agora, em reunião ocorrida esta quinta-feira, o executivo liderado por Fernando Ruas deixou cair a medida. O vereador da Educação, Pedro Ribeiro, justificou a decisão por se tratar de uma questão de igualdade.

No final da reunião do executivo municipal, o titular da pasta do ensino na autarquia viseense explicou que o município já tinha decidido oferecer os livros de fichas aos estudantes do setor público “mais necessitados, nomeadamente dos escalões A e B (do apoio social), famílias numerosas e alunos com necessidades especiais”, já que os manuais são entregues pelo Estado.

“O que estendemos agora foi o mesmo tipo de lógica para o privado. Neste caso, não é só os livros de fichas no primeiro ciclo, mas também os manuais desde o primeiro ao nono ano”, disse, acrescentando que, assim, estão “a aplicar o mesmo critério para o público e também para o privado”.

Oposição socialista discorda da medida
Já o vereador do PS, João Azevedo, classificou a decisão como um “ataque direto” às famílias e à educação.

Ao Jornal do Centro, o socialista lamentou o fim da medida anterior. “O que acontecia no passado era bem feito. Havia um grande investimento no sentido de projetar a educação de forma a dar conforto às famílias para poderem ter esta possibilidade de ter manuais e fichas de uma forma gratuita e isso deixou de existir”, afirmou.

O governo socialista de António Costa só apoia os alunos do público, deixando de fora os estudantes do privado. João Azevedo justificou com o facto de ser uma opção da tutela.

“O Governo faz de uma maneira e a autonomia do poder local permite efetivamente estas decisões. Nós andamos todos os dias a solicitar que exista mais investimento no interior e que não existam tantas assimetrias. ‘Façam o que eu digo, não façam o que faço’, é esta a questão fundamental”, disse João Azevedo.

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