5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Diário » Autarquias ‘dão tudo’ no regresso das festas

Autarquias ‘dão tudo’ no regresso das festas

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
08.08.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
08.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Autarquias ‘dão tudo’ no regresso das festas

Cartazes com nomes ‘fortes’, festas com mais dias e novos festivais têm marcado a agendas dos municípios nestes meses de verão. Depois de dois anos sem festividades, ou com agendas muito reduzidas, a verdade é que as autarquias estão “a dar tudo” para garantirem um regresso em grande.

Um pouco por todo o distrito, têm acontecido as tradicionais festas populares e muitas outras estão para chegar. Santa Comba Dão é um desses exemplos, de 12 a 15 de agosto música, animação, tasquinhas, insufláveis e muitas outras diversões vão invadir o município. Ao palco vão subir nomes como Fernando Daniel, Anjos ou Ruth Marlene.

Um orçamento que não chega aos 50 mil euros e que tem vindo a aumentar ao longo dos anos, afirma Leonel Gouveia, presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão.

“As festas de Santa Comba Dão, desde que tomei posse em 2013, têm vindo em crescendo, encontramos as festas numa situação complicada, sem grande envolvência. Temos vindo a aumentar o investimento, seja no cartaz e em toda envolvência das festas, de acordo com a nossa disponibilidade financeira”, frisou.

Comparativamente a outros anos, há um aumento de 10 a 15 por cento no investimento para o certame, ainda assim, este é o cartaz que já havia sido pensado para há dois anos. Leonel Gouveia lembra ainda que, nos últimos anos, tem-se apostado na “autossustentabilidade” das festividades.

“A Câmara, de ano para ano, tem vindo a aumentar a sua participação no valor daquilo que são os custos globais. Sendo que a câmara trabalha em parceira com um conjunto de associações, não é só a câmara, é uma comissão de todas as associações. Grande parte das festividades são comparticipadas por vários mecanismos, para que seja autossustentáveis. Desde 2014, temos vindo a criar um conceito que é o mais autossustentável possível, naquilo que é a cobrança de entradas ou através de patrocínios”, destacou.

Para esta edição, a certeza é de que são esperados muitos participantes. “As festas que temos, e que nos orgulham, são o resultado da opção de há dois anos e que hoje continuam a ser uma boa aposta. Estamos convictos que vamos ter quatro dias de festa, muita alegria e animação, boa gastronomia e, fundamentalmente, o encontro dos santacombadenses e comunidade emigrante”, finalizou o autarca.

Já em Tarouca, o pós-pandemia trouxe as tradicionais festividades, mas trouxe também um novo festival que acabou por ser “um sucesso”. Criado em pouco mais de três meses, o Varosa Fest reuniu no concelho milhares de pessoas.

Wet Bed Gang, Tilhon, Ivandro ou Rony Fuego foram alguns dos nomes a subir ao palco do evento que foi pensado para os jovens, um dos grupos mais afetados com a pandemia. O Varosa Fest aconteceu no Parque Ribeirinho de Tarouca, nas margens do rio Varosa.

“Teve uma afluência muito grande, não só com pessoas da região mas de todo o país e não só. As pessoas estavam ansiosas de conviver e partilhar estes momentos. O cartaz foi apelativo porque também temos consciência que os nossos jovens tinham necessidade disto, a pandemia foi difícil para eles, para os pais, e foi isso que fizemos”, destacou.

Para já, o autarca ainda não avança com números, mas está convicto que “a receita deverá dar para o investimento”, dando garantias de que este é um festival que chegou e que será para ficar.
“Esta primeira edição foi pensada em três meses e agora teremos um ano para pensar a próxima. Temos uma análise daquilo que foi e vamos agora pensar como será feito, se vamos alagar a outros grupos por exemplo. O festival vamos fazê-lo, de que forma é que ainda vai ser pensado”, garantiu.

Já em Viseu, a Feira de São Mateus assume este ano a edição mais longa de sempre. São 49 dias de festa, em muito justificado pelos compromissos e contratos já assumidos antes da pandemia. Ainda assim, o município avançou que continuará a apostar no constante crescimento do certame.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar