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O pastor, de 59 anos, que foi detido por ter causado um incêndio em Lazarim, no concelho de Lamego, no último sábado, dia 13 de agosto, vai ficar em prisão preventiva até lhe ser colocada uma pulseira eletrônica. A informação foi adiantada ao Jornal do Centro por fonte da Polícia Judiciária.
O homem foi detido pela PJ de Vila Real, em colaboração da Guarda Nacional Republicana de Lamego. O fogo que provocou “consumiu área de mancha florestal, constituída, maioritariamente, por mato”.
Ao que apurámos, o pastor terá ateado as chamas com o objetivo de renovar os pastos para alimentar o rebanho de cabras que possui. O incêndio esteve a 150 metros da aldeia de Lazarim. O suspeito não tem antecedentes criminais.
“O incêndio colocou em perigo uma densa mancha florestal, habitações, um parque eólico e ainda a infraestrutura da A24 e respetivo trafego, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidas devido à rápida deteção e intervenção de várias corporações de bombeiros e dois meios aéreos”, adiantou a Polícia Judiciária em comunicado.
No último domingo, o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, revelou que este ano foram detidos 119 suspeitos do crime de incêndio florestal.