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Fernando Ferreira é um autêntico cidadão do mundo. O viseense, de apenas 29 anos, cumpre a terceira experiência internacional. A primeira vez que emigrou foi há cerca de dez anos. Na altura, frequentava o curso de Contabilidade na Escola Superior de Tecnologia de Viseu e trabalhava durante o dia numa empresa que instala janelas, estores e portões.
Na Suíça, mais concretamente em Sion, Fernando esteve durante quatro anos, tendo trabalhado nos ramos da restauração e construção. Passou depois por Paris, a capital de França, durante seis meses. Na cidade da luzes esteve empregado como operador de bombas.
Agora, encontra-se em Newark, no estado de New Jersey, nos Estados Unidos da América. Foi visitar a família e acabou por ficar em terras do tio Sam.
Na América trabalhou num supermercado português durante meio ano e depois mudou-se para o ramo da construção.
“Quando fui para a Suíça foi mais difícil, não era a minha primeira experiência fora do país pois já tinha trabalhado em França nas férias, as saudades foram muitas. Mas, foi muito bom para a minha evolução pessoal, nos Estados Unidos senti muito mais a diferença de cultura, a maneira das pessoas pensarem e comunicarem”, explica.
Da experiência que teve com a emigração e nos Estados Unidos destaca pela positiva “a diversidade de culturas, oportunidades no mercado de trabalho, evolução tecnológica, poder de compra, a praias, mas também a flora e a fauna”.
Já pela negativa salienta “as casas em madeira e a falta de civismo em certas cidades”.
Fernando Ferreira já vem a Portugal há três anos. Em compensação, agora é a família que o visita. Antes deslocava-se todos os anos. Agora, conta, começou uma “nova vida” e quer conhecer outros estados americanos e outros países.
O regresso ao nosso país não é totalmente posto de lado. Quando lhe perguntámos se pensava em voltar, respondeu: “Talvez um dia”.