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Valor das casas bate novo recorde em Viseu

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
31.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
31.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Valor das casas bate novo recorde em Viseu
O valor das casas no mercado habitacional disparou na região de Viseu, numa altura em que têm surgido aumentos nas taxas de juro e nas prestações dos empréstimos. Só a cidade de Viriato aumentou cerca de 37 por cento no espaço de um ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). De acordo com as estatísticas, os valores de avaliação bancária das habitações bateram novos recordes este ano. No caso da cidade de Viseu, o valor médio de avaliação mais alto dos últimos onze anos no mercado habitacional do concelho viseense foi registado em maio (1.055 euros). E é necessário recuar a novembro de 2014 para encontrarmos o valor mais baixo desse período: 569 euros. Relativamente a julho deste ano, o último mês com dados atualizados, o valor mediano de avaliação das casas em Viseu atingiu os 961 euros por metro quadrado, mais 36,89% em comparação com o mesmo mês de 2021 (702 euros). Mesmo assim, em comparação com junho (1.033 euros), o valor de avaliação caiu cerca de 7%. Os apartamentos de Viseu valiam 1.082 euros por metro quadrado e as moradias 840 euros. Também em toda a região Viseu Dão Lafões, a avaliação das casas bateu igualmente um novo recorde este ano. O valor mediano mais alto foi registado em abril deste ano: 913 euros por metro quadrado. Já em julho, o mesmo valor foi fixado em 849 euros, mais 11,56% em comparação com o período homólogo de há um ano. Em 2014, Viseu Dão Lafões registava o valor mediano mais baixo com 508 euros no mês de outubro. Quanto ao Douro, que junta grande parte dos concelhos do norte do distrito de Viseu, em julho, o valor médio das casas foi de 825 euros por metro quadrado indicando aqui uma subida de 10,2% em comparação com 2021. A Região de Coimbra, que do distrito de Viseu inclui apenas o concelho de Mortágua, aumentou mais 12% para os 1.037 euros e o Tâmega e Sousa, que alberga Cinfães e Resende, também subiu mais 15% para os 923 euros. Apartamentos são mais caros do que as moradias Também segundo o INE, o valor de avaliação dos apartamentos é superior ao das moradias. No Douro, cada apartamento valia em média 898 euros por metro quadrado e a moradia 731 euros. Já em Viseu Dão Lafões, o valor dos apartamentos era de 942 euros e as moradias 797 euros. Os valores médios na Região de Coimbra atingiram os 857 (moradias) e os 1.200 euros (apartamentos) e, no Tâmega e Sousa, os 903 e os 939 euros respetivamente. Noutros concelhos do distrito o mercado também aumentou. Em julho, por exemplo, o mercado de Lamego subiu 23,79% em comparação com 2021. Nesta cidade, as casas passaram a valer uma média de 796 euros por metro quadrado em julho, quando, no ano passado, valiam 643 euros. Já em Tondela, o valor médio das casas caiu 2% dos 740 para os 724 euros por metro quadrado. Em julho, o valor mediano nacional de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 1.417 euros por metro quadrado, tendo aumentado 0,7% face a junho e 16,1% face ao ano passado. Algarve e Lisboa foram, de acordo com o INE, as regiões mais caras, enquanto Alentejo foi a mais barata. Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária de julho, foram consideradas 28.635 avaliações, menos 6% que no mesmo período de 2021, das quais 18.313 foram relativas a apartamentos e 10.322 a moradias. Entretanto, as taxas Euribor, referências nos empréstimos para a compra de casa, voltaram a subir. A taxa a seis meses, a mais usada nos contratos de crédito habitação, subiu para 1,193%. No prazo a três meses, a taxa superou os 0,6%, enquanto a taxa a 12 meses é de cerca de 1,8%. Depois de vários anos em terreno negativo, as taxas Euribor estão agora em valores máximos desde há mais de 10 anos.
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