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O “aumento brutal” das faturas da eletricidade e do gás está a complicar as contas, já por si débeis, das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do distrito.
José Costa, presidente da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social (UDIPSS) de Viseu, fala em tempos “difíceis” e sublinha que nem a atualização dos acordos com o Estado consegue “suportar na totalidade os aumentos que houve”. “Foram subidas substanciais”, afirma.
O problema é ainda maior nas IPSS mais antigas e com edifícios mais velhos, que têm gastos energéticos maiores. “As estruturas não foram construídas de forma tão eficiente e consomem mais gás e eletricidade”, refere.
O aproximar dos meses frios assusta ainda mais. “O inverno vai ser muito complicado, as instituições já estão a fazer uma grande ginástica em termos orçamentais e no inverno vai ser mais complicado”, assume o dirigente.
Para fazer face aos gastos energéticos, há IPSS na região a instalarem painéis solares que ajudam a produzir eletricidade para a instituição ou a aquecer as águas. Os apoios estatais para a aquisição destes equipamentos são fundamentais para as instituições sociais suportarem os investimentos que estão a levar a cabo.
Para além da energia, José Costa queixa-se da subida do preço dos combustíveis e dos alimentos, aumentos que “penalizam” também as contas das organizações que atuam no setor social.