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João Caiado, candidato à presidência dos Bombeiros Voluntários de Viseu, prometeu hoje, dia 27 de outubro, lançar as condições para a criação nas instalações do antigo quartel, localizado no centro da cidade, um posto de socorro. Na área do transporte de doentes não urgentes defendeu o alargamento deste serviço a outras entidades “de modo a suprir a debilidade financeira” causada por este trabalho que é prestado ao Serviço Nacional de Saúde.
As ideias, que integram o “Compromisso Programático” da candidatura “Servir Zelando”, foram anunciadas na cerimónia de apresentação da lista que João Caiado encabeça à direção da associação humanitária, e onde está o atual presidente, Carlos Costa e o antigo dirigente da associação humanitária, Ribeiro Gonçalves. As eleições estão marcadas para o dia 3 de dezembro. Na corrida está também Lúcio Campos, atual dirigente da corporação e antigo comandante operacional distrital de Viseu.
Para fomentar o voluntariado e de alargar o regime de benefícios aplicáveis aos bombeiros, João Caiado comprometeu-se, se for eleito, a tentar estudar com a Câmara Municipal “a implementação de um quadro de incentivos”.
Já a pensar nos associados pretende “criar parcerias com a Associação Empresarial da Região de Viseu e Associação dos Comerciantes do Distrito de Viseu com vista a conseguir descontos em serviços e comércio no concelho”. Quer também “criar parcerias com a Casa de Saúde São Mateus e CUF para descontos nos serviços de saúde”. Anunciou ainda que a sua equipa homenageará os associados com 10, 25 e 50 anos de casa nas categorias bronze, prata e ouro.
“Nas infraestruturas queremos convosco, associados, autarquia e sociedade civil, encontrar uma forma de valorizarmos estas instalações onde nos encontramos [quartel antigo], bem como estudar com as Infraestruturas de Portugal com o apoio do Município de Viseu uma solução para os acessos ao quartel através da construção de uma passagem desnivelada superior ou em alternativa a colocação de semáforos controlados pela central que permita a operacionalidade das entradas e saídas do acesso ao IP5 em segurança”, disse.
João Caiado anunciou ainda querer fomentar a reorganização da secção desportiva do corpo de Bombeiros, apoiar e alargar a atividade da Tuna, revitalizar a realização da “Semana do Bombeiro e “manter a grandeza” da Gala dos Bombeiros Voluntários de Viseu.
“No campo operacional apoiaremos a atividade da equipa de mergulho bem como a realização de exercícios, simulacros e treinos do Corpo de Bombeiros, assim como um Seminário Anual de Proteção Civil subordinado a um tema à escolha do Corpo de Bombeiros”, acrescentou.
Perante uma sala cheia, o antigo diretor do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, que liderou durante 30 anos, confessou estava na sua “vontade a intenção” dedicar-se à causa pública enquanto a sua saúde o permitisse.
“Seria mais fácil ficar no sofá, mas o fácil nunca fez parte do meu modo de vida e por isso, também sabendo que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viseu conheceu nos últimos mandatos uma liderança competente e motivada que conseguiu gerir as muitas dificuldades administrativas e em simultâneo promover o real valor desta importante e fundamental instituição do nosso concelho, da cidade e da região, não podia deixar de apresentar aos associados e ao Corpo de Bombeiros uma solução de valor acrescentado continuadora dessa liderança”, afirmou.
O candidato disse que encabeça uma lista “indispensável e preponderante”, que parte para as eleições de dezembro ciente ter “o melhor projeto para ombro a ombro com os Bombeiros Voluntários de Viseu cumprir o lema Vida por Vida em prol de todos, sem exceção de nenhuma natureza”.
João Caiado defendeu que “o Estado deve garantir o financiamento justo e adequado ao exercício” das tarefas desempenhadas pela corporação, “sem necessidade de permanentemente questionar as metodologias de atribuição de verbas, tantas vezes, essenciais à sobrevivência da Associação Humanitária”.
O antigo professor avisou ainda que não alimentará “ataques de caráter”, nem dará “ouvidos e menos ainda resposta aqueles que a propósito de qualquer fragilidade da pessoa enquanto cidadão” usam a corporação “como forma de conseguir outros objetivos”.