No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
A Câmara de Mangualde aprovou o orçamento para 2023 que vai rondar os cerca de 35 milhões de euros. O documento e as Grandes Opções do Plano foram aprovados, por maioria, na reunião do executivo de segunda-feira (dia 28).
O orçamento de 34.973.473 euros é “um dos maiores da última década”, garante o executivo presidido pelo socialista Marco Almeida, que destaca o investimento de quase 16 milhões de euros projetado.
Entre as prioridades elencadas pelo presidente da Câmara, estão os investimentos “que se enquadram no atual quadro comunitário e que se encontram em execução” e a preparação para o novo quadro de apoios, através do Plano de Recuperação e Resiliência e do Portugal 2030.
“Este orçamento procura dar resposta aos grandes desafios que a sociedade atravessa, apoiando as famílias e os mangualdenses mais desfavorecidos, reforçando o investimento na vertente social e reduzindo impostos municipais”, defendeu o autarca, acrescentando que o orçamento também reforça o investimento “em eixos estratégicos como a sustentabilidade, a modernização administrativa, a competitividade e a eficiência energética”.
A autarquia de Mangualde destacará como eixos estratégicos prioritários os investimentos nas áreas da “inovação, sustentabilidade dos recursos naturais (ciclo da água, proteção do ambiente, gestão dos recursos naturais e prevenção de riscos), fortalecimento da qualidade de vida e coesão social e territorial (transição digital, apoio às comunidades desfavorecidas, apoio social, recursos endógenos, entre outros)”.
O orçamento também prevê respostas à habitação e à eficiência energética face à conjuntura económica desfavorável.
Ainda na reunião de ontem, o executivo da autarquia aprovou por maioria a proposta do IMI para o próximo ano. Os proprietários do concelho vão pagar em 2023 o valor mínimo de 0,3%.
“Com esta redução há um desagravamento fiscal para as famílias mangualdenses num ano de 2023 que se avizinha de grande dificuldade. As famílias, as pessoas, o bem-estar da nossa comunidade é e sempre será uma das nossas prioridades”, disse Marco Almeida.