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Ministério dos Negócios Estrangeiros diz que jovens retidos no Peru estão em segurança

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.12.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.12.22
Fotografia: Jornal do Centro
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) disse que os portugueses que se encontram no Peru “estão em segurança” e aguardam a reabertura para abandonarem o país afetado pela instabilidade política e social.

“Os portugueses que se encontram, neste momento, no Peru estão em segurança, com o acompanhamento e apoio da embaixada (de Portugal) em Lima, até à reabertura dos aeroportos, para poderem viajar e sair do país de forma segura. O MNE continuará a acompanhar e a prestar todo o apoio necessário”, lê-se uma nota emitida na quarta-feira à noite.
Segundo o MNE, a embaixada de Portugal tem realizado todas as diligências possíveis junto das autoridades peruanas e mantido contactos com os portugueses e respetivas famílias, tendo em vista a saída, em segurança, do país.

Pelo menos sete jovens portugueses estão retidos num hotel na segunda maior cidade do Peru, onde os conflitos associados à destituição do Presidente peruano estão a impossibilitar o regresso a Portugal. Dois deles são do Sátão, tal como noticiado ontem pelo Jornal do Centro.
Ontem, ao final da noite, a mãe de Tiago Frias Pais lamentou a falta de ajuda e relatou a angústia e o desânimo que família em Portugal e o grupo em Peru estão a viver.

“Ninguém nos diz nada. Eles estão por conta deles. Contactámos as entidades oficiais mas, infelizmente, ninguém está a ajudar. Tudo o que tem sido feito é por nós pais e por eles que estão a ser uns heróis”, contou, na altura, Susana Frias.
Segundo a mãe, os sete jovens não correm risco de vida até porque não vão para o exterior do hotel, mas “já é visível física e psicologicamente o cansaço a tomar conta deles”.

“Perigo maior correram na noite de sábado quando ficaram retidos em Cuzco”, relatou. Nessa noite, tiveram de tomar a decisão de acompanhar a guia até a cidade onde agora se mantém. Iniciaram o caminho a pé até chegar a uma localidade onde, entre subornos e pedidos de ajuda, conseguiram uma carrinha para os levar até Arequipe, cidade que está a mais de mil quilómetros da capital do Peru e onde esta quarta-feira era suposto apanharem um voo de regresso a Portugal.

Para os pais, que estão em contacto regular com o grupo, o desânimo é ainda maior quando não há respostas que garantam um regresso rápido dos jovens.

Na quarta-feira, o governo da chefe de Estado, Dina Boluarte, decretou o estado de emergência em todo o país, por um período de 30 dias, “para controlar atos de vandalismo e violência cometidos nas manifestações de protesto”.
Por outro lado, o ex-presidente Pedro Castillo vai continuar detido durante mais 48 horas. 
Castillo foi preso depois de ter dissolvido o Congresso na tentativa de promover mudanças constitucionais para evitar um julgamento.
As atitudes de Castillo foram consideradas como um “golpe de Estado” por membros do governo, incluindo pela atual presidente Boluarte.

O decreto publicado na quarta-feira indica que a Polícia Nacional do Peru mantém o controlo da ordem interna, com o apoio das Forças Armadas. 
Durante o estado de emergência ficam suspensas os direitos constitucionais relativos à inviolabilidade domiciliária, liberdade de circulação e liberdade de reunião.
Nas últimas 24 horas um grupo de manifestantes que protestam contra o governo e o Congresso queimou várias instalações públicas no município provincial de Espinar, região de Cuzco, sul do país. 
Os protestos contra a chefe de Estado eclodiram no domingo registando-se oito mortos, mais de meia centena de polícias feridos e um número que não foi especificados de manifestantes detidos.  

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