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Professores do Agrupamento de Escolas do Viso em greve

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
12.01.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
12.01.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Professores do Agrupamento de Escolas do Viso em greve

“Ministro escuta os professores estão em luta”. Esta foi uma das frases de ordem gritadas pelos docentes do Agrupamento de Escolas do Viso, em Viseu, que esta quinta-feira (dia 12 de janeiro) estão em greve. A paralisação foi acompanhada de uma concentração à porta da escola sede do agrupamento, que juntou mais de meia centena de professores.

Em fila, e com vários cartazes nas mãos, os docentes reclamaram “um aumento do salário que compense a inflação”; “respeito”; “a dignificação da profissão”; “a contagem do tempo integral de serviço”; “uma gestão democrática das escolas”; rejeitaram a “municipalização da educação” e pediram uma “avaliação justa e sem quotas”.

Carlos Santos, professor há cerca de 30 anos, disse ao Jornal do Centro que a classe docente está “bastante revoltadas, essencialmente com a falta de verdade que tem havido por parte do Ministério”.

Gonçalo Fernandes, docente há duas décadas, acusou o Governo de não respeitar a classe.

“Estou aqui como diz o cartaz: pela dignificação da profissão porque os encarregados de educação e a sociedade em si já não dão importância aos professores”, lamentou.

Belém Ferreira, docente há 30 anos, avisou que as ações de luta não ficarão por aqui, defendendo que os professores merecem mais e melhor.

“Estou aqui pela não contabilização do tempo de serviço, roubaram-nos mais de seis anos, por concursos justos, pela valorização da carreira docente e pela falta de funcionários nas escolas, entre outras razões”, explicou.

Sandra Santos, professora em São Pedro do Sul, decidiu hoje participar no protesto à porta da Escola do Viso.

“A luta já é de há muitos anos, mas hoje estou aqui sobretudo, como diz o cartaz, por um processo transparente de colocação de professores e justo porque o Governo não pretende uma colocação justa, mas por partidos, cores e amigos”, criticou.

Por causa das greve, oito escolas e jardins-de-infância do Agrupamento de Escolas do Viso encerraram portas. A escola sede está a meio gás esta quinta-feira.

Na Escola Secundária Viriato, em Viseu, esta manhã também houve greve, mas apenas ao primeiro horário. Pelo menos 11 turmas ficaram sem aulas. Os professores grevistas também se concentraram à porta do estabelecimento de ensino para manifestar o seu descontentamento face ao panorama atual do setor da educação.

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