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Os 966 acidentes registados nas estradas do distrito de Viseu entre janeiro e setembro de 2022 roubaram a vida a 17 pessoas. Segundos os dados divulgados esta quinta-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), houve mais oito vítimas mortais na região em comparação com o período homólogo de 2021.
De acordo com o último relatório de sinistralidade que junta informações da GNR e PSP, o distrito registou igualmente um aumento de 171 acidentes em comparação com os primeiros nove meses do ano anterior, quando foram contabilizados 795 sinistros. A subida foi superior a 21,5%.
As autoridades contabilizaram 64 feridos graves, mais sete do que em 2021. Quanto às vítimas que tiveram ferimentos ligeiros, foram reportadas 1.123, o que representa uma subida de mais 144 feridos. Na soma dos mortos e dos feridos graves, o distrito de Viseu registou uma subida de 22,7%, superior à média nacional de 18,6%.
Em comparação com os distritos vizinhos, Viseu teve mais acidentes do que Guarda – que subiu cerca de 30% para os 341 acidentes – e Vila Real – que registou um crescimento de 23,8% para os 515 sinistros. As regiões de Aveiro e Coimbra continuam com números superiores na ordem dos 1.955 e dos 1.243 acidentes nas estradas, respetivamente.
A nível nacional foram registados 25.372 acidentes, 359 vítimas mortais, 1.890 feridos graves e 29.785 feridos ligeiros. Segundo a ANSR, nos primeiros nove meses de 2022 registaram-se mais 3.611 sinistros, mais 66 mortos, mais 247 feridos graves e mais 4.371 feridos leves.
O relatório da ANSR recorda que, no ano passado, verificou-se “um aumento da circulação rodoviária, com o correspondente acréscimo no risco de acidente, como se pode concluir do aumento de 10,9% no consumo de combustível rodoviário até setembro, de acordo com dados da Direção-Geral de Energia e Geologia, e do crescimento de 30% no tráfego das autoestradas registado no primeiro semestre”.
A maior parte dos acidentes registados foram colisões, que representaram 52,5% do número total de sinistros registados. Por sua vez, os despistes são a principal causa de morte das vítimas que morreram nas estradas com 48,4%.