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O presidente da Câmara de Viseu anunciou esta quinta-feira que vai ser criada uma nova praceta junto à Rua Direita, um espaço que servirá de ligação rápida ao largo da Sé e que vai ficar onde agora há prédios em ruína.
Ao falar sobre o programa Estratégia Local de Habitação, o autarca disse que no sítio para onde está projetado este espaço público estão imóveis degradados que foram adquiridos pela autarquia.
O projeto está pronto, adiantou o presidente da Câmara que tem “alguma esperança que dê resultado” na dinamização daquela zona do centro histórico.
“São prédios que estão em ruínas e já dissemos aos donos que os vamos demolir para aumentar o espaço público”, contou, considerando que será uma obra muito importante quer para a Rua Direita, quer para as restantes artérias do centro histórico.
Com esta praceta, o autarca diz que estão criadas as condições para se “fazer uma ligação rápida à zona da Sé”, a pé e, para isso, apontou também o novo parque de estacionamento da Avenida Capitão Silva Pereira onde os carros poderão ficar aparcados.
Fernando Ruas anunciou ainda que antes do final do ano avançarão as obras no parque de estacionamento da Rua Silva Gaio, mais um equipamento que vai facilitar o acesso pedonal ao centro histórico que “passa a ficar bem servido”.
“Esta é a nossa política de atuação. Se o promotor os quiser [prédios em ruína] recuperar, que o faça rapidamente, se não quiser ou se demorar, a câmara ou os compra para a Estratégia Local de Habitação ou para aumentar o espaço público”, frisou o autarca, avançando que esta estratégia não é só para a malha urbana, mas também para levar pessoas para as zonas rurais do concelho.
O presidente da autarquia informou que a Estratégia Local de Habitação de Viseu “é um programa extremamente ambicioso” que, no total, tem alocados cerca de 30 milhões de euros.
“Achámos que ela não se devia circunscrever apenas à zona urbana, mas também aproveitar para recuperar algumas casas nos centros históricos das aldeias e depois disponibilizá-las, porque elas vão ficar bem recuperadas”, afirmou.
Na reunião pública de hoje, o executivo aprovou a aquisição de dois imóveis na freguesia de Bodiosa.
Segundo Fernando Ruas, para essas zonas do concelho, “o Rural Habita tem 13 milhões de euros para aquisição e reabilitação” de edifícios, destinados a 144 famílias.
“A partir do momento em que tenhamos casas disponíveis, quando aparecerem interessados, não temos nenhum problema em os dirigir para essas zonas”, frisou.