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Corpo encontrado com marcas de violência investigado pela Policia Judiciária

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 Incêndio em Vila Nova da Rainha foi há quatro anos. Julgamento em março
03.03.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Incêndio em Vila Nova da Rainha foi há quatro anos. Julgamento em março
03.03.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Corpo encontrado com marcas de violência investigado pela Policia Judiciária

Foi há um mês, a 3 de fevereiro, que chegou à GNR uma denúncia sobre o desaparecimento de Manuel Silva, de 36 anos, na aldeia de Alvelos, no concelho de Lamego. O homem viria a ser encontrado morto, 13 dias depois, com indícios de homicídio. Desde então, o caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Para já, pouco se sabe o que terá acontecido a Manuel Silva, estando a decorrer várias diligências por parte da PJ.

“A Polícia Judiciária encontra-se a tramitar inquérito relativo ao desaparecimento e circunstâncias da morte em causa, pelo que continuam em curso diversas diligências”, assegurou ao Jornal do Centro o diretor do departamento de Investigação Criminal de Vila Real. Por isso, refere, “não é possível de momento prestar qualquer outro esclarecimento”.

Manuel Silva foi encontrado perto da casa onde habitava com um dos irmãos, Tiago Silva, e a mãe destes. Foi, aliás, Tiago Silva que, uma semana depois de o irmão ter sido visto pela última vez, pediu ajuda à comunicação social para que fosse divulgada a informação do desaparecimento.

A vítima acabaria por ser encontrada já sem vida por um grupo de pessoas que se juntou para o procurar e onde estavam Tiago Silva e Helena Oliveira, uma das irmãs. O corpo de Manuel Silva apresentava várias marcas que de imediato lançaram o alerta para um possível homicídio.

“A posição em que o corpo se encontrava, a falta de alguns dedos na mão e uma arma branca no pescoço foram alguns dos indícios que levaram as autoridades a acreditar que se pode ter tratado de um homicídio”, disse ao Jornal do Centro fonte que preferiu o anonimato.

Família espera por respostas
Quase um mês depois do aparecimento do corpo de Manuel Silva, a família espera agora por novidades das autoridades.

“Não é fácil estarmos sem saber o que realmente aconteceu. Vamos tentando ir vivendo com isto, mas é muito complicado, precisamos de respostas”, disse fonte familiar.

Algumas pessoas já terão sido ouvidas pelos inspetores da PJ, mas as diligências ainda decorrem, situação que a família diz compreender.

“Sabemos que é uma situação complicada, que levará o seu tempo a perceber o que aconteceu. Mas, o que esperamos é que tudo seja esclarecido e possamos saber o que realmente se passou. Se houver culpados, queremos saber quem são”, sublinhou a mesma fonte.

O desaparecimento e as buscas
Na altura do desaparecimento, Tiago Silva falou com o Jornal do Centro, contou que tinha visto o irmão pela última vez a 1 de fevereiro e que deu pela sua falta na manhã seguinte, quando ao acordar se apercebeu que o irmão não se encontrava no quarto.

“Na quarta-feira ao final do dia, quando cheguei a casa, ele já estava a dormir. Na quinta-feira de manhã dei por falta dele, passou o dia todo e ele não voltou, na sexta-feira continuava sem dar notícias e fui à GNR”, referiu.

Manuel Silva sofria de uma doença do foro psíquico, mas, segundo o irmão, “estava controlado graças à medicação”. O homem saiu de casa apenas com algum dinheiro e sem telemóvel, o que dificultou o trabalho das autoridades na tentativa de localização.

A vítima, que foi procurada pelas autoridades, familiares e populares praticamente durante uma semana e sempre sem qualquer sinal, estava com pena suspensa devido a casos de agressão ao irmão e à mãe.

Quando o corpo foi encontrado, Helena Oliveira, uma das irmãs, falou com o Jornal do Centro e pediu justiça.

“Pedi ajuda no Facebook para que as pessoas se juntassem a mim e procurássemos o meu irmão e conseguimos. Agora, quero justiça e vou até ao fim do mundo para saber o que se passou”, disse.

Helena Oliveira foi uma das pessoas a estranhar toda a situação e chegou mesmo a dizer que acreditava que o corpo do irmão tivesse sido “posto naquele sítio”, que já tinha sido batido pela equipa cinotécnica da GNR e outros elementos das autoridades.

“Ele estava perfeitamente visível, não acredito que ele tenha estado ali o tempo todo. Ele não estava lá, não faço ideia o que aconteceu, mas sei que desde o início que isto não era normal. Aquele não era o caminho que ele fazia habitualmente e a GNR andou ali com cães e passavam por lá e nunca viram nada. Nem um vizinho que mora perto deu conta de nada”, explicou na altura.

Helena Oliveira também contou que o irmão teria desaparecido na terça-feira (31 de janeiro), contrariando a versão contada pelo outro irmão, Tiago Silva.

“A última vez que estive com ele foi há 15 dias e ele abraçou-me. A minha filha a última vez que o viu foi na terça-feira [31 de janeiro] antes de almoço e nunca mais o vimos. Eu penso que ele já não dormiu de terça para quarta já não dormiu em casa. Ele desapareceu e ninguém me avisou, eu só soube quando o meu irmão Tiago foi à GNR”, recordou.

Tanto Tiago como Helena disseram ao Jornal do Centro que não tinham conhecimento de desacatos ou desentendimentos de Manuel Silva com outras pessoas.

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