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Começou esta quarta-feira (11 de outubro), no Tribunal de Viseu, o julgamento do auxiliar de professor de jiu-jitsu que terá abusado de uma aluna de 12 anos, em Viseu. O homem, de 41 anos, está acusado de seis crimes de abuso sexual pelo Ministério Público e encontra-se em prisão preventiva desde junho de 2022.
O caso foi conhecido quando a Polícia Judiciária, no verão de 2022, anunciou o cumprimento de um mandado de detenção a um homem “pela presumível prática, reiterada, de crimes de abuso sexual de crianças, ocorridos em Viseu”.
Na altura, a PJ referia que o arguido, “empresário na área do turismo”, conheceu a vítima “numa associação recreativa e, após a troca de contactos telefónicos, começou a seduzi-la e a aliciá-la, levando a que a mesma se enamorasse por si. No seguimento, convenceu a vítima a encontrar-se consigo para a prática de atos sexuais de relevo”.
Entre abril e maio de 2022, o homem de 41 anos terá mantido relações sexuais com a criança. Os dois conheceram-se numa associação recreativa que ambos frequentavam, o arguido com a mulher e filhos, e a vítima com os pais.
O arguido, casado e pai de dois filhos, terá demonstrado interesse na jovem e acabaram por trocar de número, “começou a seduzi-la e a aliciá-la”, levando a menor a apaixonar-se pelo suspeito e a achar que este era seu namorado. Os dois encontraram-se e ter-se-ão envolvido sexualmente por diversas vezes.
O arguido chegava a ir buscar a vítima à escola, “algumas vezes por semana”, e seguiam depois para um lugar ermo onde permaneciam por pouco tempo “para não levantar suspeitas”, apurou o Jornal do Centro.
Foi a mãe da jovem que acabou por denunciar o caso às autoridades, depois de ter encontrado no telemóvel da filha várias mensagens de cariz sexual. A detenção aconteceu a 30 de junho, na cidade de Viseu. No mesmo dia, o suspeito foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.