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Serviço de Urgência Básica aberta “só as vezes” é de deixar as pessoas de “boca aberta”, diz Francisco Almeida

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 Feira de São Mateus: Bombeiros resgatam pessoas presas em diversão
30.12.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Serviço de Urgência Básica aberta “só as vezes” é de deixar as pessoas de “boca aberta”, diz Francisco Almeida

Numa altura em que se fala de proximidade ao cidadão, o dirigente da União de Sindicatos de Viseu lamenta que em S. Pedro do Sul o Serviço de Urgência Básica (SUB) esteja só aberto “às vezes”. Para Francisco Almeida, este é o acontecimento do ano a nível local.

“É uma coisa que me fez abrir a boca de espanto. Num concelho onde o próprio presidente de Câmara anuncia serviços de proximidade ao cidadão, simultaneamente o Serviço de Urgência Básica está fechado três dias por semana. Isto é uma coisa extraordinária”, sustentou o sindicalista.

Desde maio que este serviço funciona com interrupções, tendo a situação se agravado nos últimos meses, o que levou já à criação de um abaixo-assinado a exigir médicos a tempo inteiro.

O SUB serve o concelho de S. Pedro do Sul, Oliveira de Frades, Vouzela e Castro Daire”, recordou Francisco Almeida, que lembrou que este serviço não é um centro de saúde. “A seguir aos SUB temos os hospitais. Estando encerrado os SUB, por mais que se apele ao cidadão para não ir aos hospitais sempre que têm um problema, se o SUB está encerrado para onde vão?”, questionou, para a seguir responder: “Para o hospital, claro!”.

Para o dirigente sindical se o encerramento dos centros de saúde há uns anos foi uma má medida, mas “pelo menos as pessoas sabiam que estavam encerrados”, a situação em S. Pedro do Sul é caricata porque “está aberto, mas está fechado”.

E a nível nacional, o sindicalista destacou 2023 como o ano que deixou mais pessoas em situação de pobreza. “Há milhares e milhares de pessoas que não conseguem pagar a casa aos bancos, pagam rendas exageradas, o custo de vida aumenta todos os dias e os salários e as pensões não dão para tudo”, lamentou.

Uma situação “extraordinária”, pela negativa, numa altura em que há quem nega aumentos de salários. “Algumas organizações que se dizem sindicais até aceitam aumentos mínimos, permitindo, até, que recentemente um responsável tenha vindo dizer que era bom que os reformados se habituassem a receber menos no fim de mês”, criticou.

Para Francisco Almeida, o aumento significativo e geral dos salários é uma emergência nacional. “Temos dois milhões de portugueses em situação de pobreza, 400 mil são crianças. Isto não pode ser. Estamos perante uma emergência nacional”, reforçou.

E a nível internacional, para o sindicalista o acontecimento do ano é o conflito na Palestina. “Estamos a falar de um território que está ocupado desde o final dos anos 40 do século passado e é evidente que isto provoque reações dos habitantes que estão a ser ocupados. O que me espanta é que parte da comunidade internacional acolha como natural o facto de Israel ocupar o território”, esclareceu, frisando que a reação de Israel é “desproporcionada”.

“É uma matança que deve merecer a condenação de todos. O povo contesta, falta é a ação por parte dos governos”, disse.

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