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Quem passar pela Rua José Branquinho, em Viseu, depara-se com um edifício de vários andares, de tons cinzentos e grandes janelas no primeiro piso. Em frente, no largo, três postes de ferro que serviram outrora para hastear bandeiras encontram-se agora vazios. No piso térreo do edifício, dentro de uma garagem, vários carros dos bombeiros, um deles com cerca de um século de vida, estão devidamente arrumados.
A grandes letras vermelhas, é possível ler-se por cima desta garagem “Bombeiros Voluntários”, com as datas 1886 e 1986 marcadas a azul nas laterais. A porta ao lado da garagem dá acesso ao primeiro piso, local onde se encontra a Sede Social dos Bombeiros Voluntários de Viseu. Imediatamente após a subida das escadas que dão acesso ao primeiro andar, a porta de madeira do lado esquerdo, semelhante a qualquer uma de um apartamento em Viseu, esconde a história que a Sede dos Bombeiros tem para contar.
O espaço, que serviu outrora como um autêntico centro de dia, é composto maioritariamente por dois salões. O principal, sustentado por três colunas, é onde se desenrolaram outrora a maioria das atividades da sede. Quatro mesas de bilhar, as paredes forradas a troféus e figuras importantes dos Bombeiros Voluntários de Viseu, uma televisão e vários sofás para as leituras dos jornais. Grandes janelas deixavam entrar a luz do sol, iluminando os dois salões da sede. O chão, com tacos de madeira, levantava-se em alguns locais, tal o inchaço dos tacos provocado pela água da chuva e pela humidade.
(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira do Jornal do Centro)