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Viseu Dão Lafões: um guia com mais de 100 propostas turísticas e 85 produtos regionais

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Com uma paisagem dominada pela grandeza montanhosa da serra, a região Viseu Dão Lafões é o destino de eleição para quem procura aliar a diversão ao ar livre com uma sensação de bem-estar total. São muitas as razões para uma visita que a Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões quer que seja prolongada. É com este desígnio, que a CIM desenvolveu um guia turístico onde o visitante sabe onde pode ficar, quanto vai gastar e o que pode fazer nos 14 municípios que integram esta Comunidade. Sugestões que vão desde passeios pelas quintas, provas de vinhos ou de doçaria, até à apreciação e aquisição do artesanato. Um guia de experiências para uma região que tem 115 quilómetros de ecopistas, representa 50 por cento das termas do país, uma rota megalítica que quer ser Património da Humanidade e uma tradição única. Na BTL, são estas experiências que são dadas a conhecer aos milhares que passam por esta feira de turismo em Lisboa, como explica o secretário executivo da CIM, Nuno Martinho

Quais são as novidades que a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões tem este ano na BTL?
A presença da região estará ancorada no posicionamento cada vez mais forte do destino Viseu Dão Lafões. Uma vez mais, procuraremos apresentar, aos milhares de visitantes da BTL, a diversidade da oferta turística da nossa região, levando à maior feira de turismo nacional uma presença assente nos Produtos Turísticos: Gastronomia e Vinhos, Natureza, Saúde e Bem-Estar, Cultura, Património e Eventos.
Este ano apostámos num stand muito atrativo, com vários espaços que nos vão permitir mostrar o que de melhor tem a nossa região, sendo a grande novidade a utilização de novas tecnologias, com a introdução de um túnel sensorial que dará a conhecer, de uma forma imersiva, as várias experiências sensoriais de que um visitante pode usufruir ao percorrer as nossas Ecopistas.
Por sua vez, o espaço de gastronomia será, de novo, uma das grandes atrações do nosso stand, com a presença do nosso embaixador chef Diogo Rocha, que irá levar a cabo a harmonização dos vários produtos de excelência da nossa região, desde o queijo Serra da Estrela à doçaria, sem esquecer o cabrito, a vitela de Lafões, sempre acompanhados pelo vinho de excelência que é produzido no Dão. Estamos certos que, estes momentos vão ficar gravados no palato de todos os visitantes.
Já o Guia turístico, num trabalho, que fizemos com os nossos agentes económicos da restauração do alojamento do ativo e natureza, permitirá levar até à BTL um produto estruturado com mais de 100 propostas turísticas e 85 produtos regionais que os visitantes podem usufruir.

O que representa para a região todo o turismo que tem sido estruturado pela CIM Viseu Dão Lafões, em termos de dormidas e visitas?
A Comunidade Intermunicipal e a região têm tido a virtualidade de, nos últimos anos, fazer um trabalho exaustivo em torno dos Produtos Turísticos de Base Intermunicipal, procurando perceber o que cada município tem de melhor para oferecer, o que tem cada território tem para explorar, o que torna esta região diferenciada, o que é a nossa diversidade e a, partir de aqui, fizemos uma combinação cruzada de todos estes recursos que nos permitiu estruturar o produto turístico ímpar no nosso país.
Este trabalho desenvolvido em rede, com os nossos municípios, com o TCP, com a CVR Dão, com as associações do setor, como por exemplo a AHRESP, tem permitido a qualificação da nossa oferta turística e, por via disso, contribuído para o aumento da notoriedade do destino Viseu Dão Lafões.

É o que permite, depois, aumentar os dias de estadia?
Sim, permite aumentar a estadia média na nossa região. Os últimos números conhecidos das dormidas, refletem um aumento significativo relativamente aos anos anteriores.
Por exemplo, com a estruturação do nosso guia conseguimos organizar a oferta de modo a que uma família consiga saber que pode ir fazer uma prova de vinhos a um operador de enoturismo, que, posteriormente, pode ir dar um passeio à Ecopista do Dão e do Vouga, ou, ainda, onde pode ir almoçar, jantar, fazer um spa termal ou, uma coisa tão simples, como onde vai encontrar os nossos produtos endógenos à venda.
Nos temos a sorte de, na nossa região, ter espaços hoteleiros de grande qualidade, melhor ainda, ano após ano, vemos surgir novos espaços de excelência, um pouco por todo o território. No que concerne à restauração, apresentamos uma qualidade excecional ao nível do serviço, tendo, também aqui, a CIM Viseu Dão Lafões, dado um contributo, que consideramos, muito importante para a capacitação dos agentes presentes no território.

A qualificação dos agentes turísticos é, também, uma forma de cativar os turistas?
Parte fundamental da qualificação do destino e da oferta é a capacitação dos nossos agentes.
Por exemplo, a CIM promoveu o projeto “Gastronomia e Seleção” que numa primeira fase recebeu 24 restaurantes e, entretanto, avançámos para a segunda fase deste projeto de capacitação.
De realçar, ainda, o projeto “Best Wine Selection”, que conta com a parceria da Viniportugal e da AHRESP e que vai contribuir para um salto qualitativo na oferta de serviços relacionados com o vinho do Dão na nossa restauração e hotelaria. Este é um projeto piloto nacional, que é decisivo para a qualificação da nossa oferta no âmbito dos vinhos.

A promoção e divulgação turística estruturada pela Comunidade Intermunicipal cruza-se com a Entidade Turismo do Centro?
O sucesso dos territórios, hoje e muito mais no futuro, será marcado pela capacidade de trabalho em rede, naquilo que muitas vezes designamos por governança multinível. Este é o ADN da CIM nos vários domínios temáticos em que trabalha, seja na proteção civil, na educação, na mobilidade e, obviamente, no turismo, entre outros. Procuramos, sempre, garantir a devida articulação com os agentes que estão no território, numa logica de complementaridade e não de sobreposição garantido sempre ganhos de escala.
No setor do turismo, isto para nós é um ponto de honra, todos os nossos projetos e intervenções estão devidamente articulados, do ponto de vista estratégico e operacional, com os diversos stakeholders presentes no território, como sejam o Turismo de Portugal, a Entidade Regional de Turismo, os municípios, a CVR Dão, ou várias associações do setor. Só trabalhando desta forma é possível ter resultados.
Por último, é importante deixar a nota que, a CIM tem o seu stand próprio no Pavilhão 2 da FIL, mas também está presente no stand da Turismo do Centro de Portugal porque a marca umbrella é a marca Centro de Portugal.

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