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Legislativas em Viseu. Cabeças de lista “ainda têm dois dias” para se darem a conhecer

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.03.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.03.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Legislativas em Viseu. Cabeças de lista “ainda têm dois dias” para se darem a conhecer

Portugal vai a votos no próximo domingo, dia 10 de março, mas em Viseu as opiniões dividem-se.
Para Fernando Pereira, gestor de conta da EDP, o afastamento dos jovens em relação à política é uma preocupação.
“Não é só de Viseu… a saúde, a habitação, a intervenção dos jovens deve ser maior. É necessário haver mais permeabilidade para que os jovens se consigam envolver na política e isso não acontece, infelizmente. Estão afastados da política e não sabem o que vão fazer, não têm horizontes e estão apegados à opinião dos pais e dos avós, e isso tem que acabar. Eles não têm falta de pensamento crítico, dão a entender que não necessitam disso. Estão a deixar na mão de uma outra geração, aquilo que os jovens têm de pegar com força”, afirma Fernando Pereira.
No mercado de produtores de Viseu é notável a presença de folhetos de campanha dos cabeças de lista do círculo eleitoral. Para os entrevistados, é importante que os candidatos se dêem a conhecer, mas “ainda têm dois dias” para o fazer, recorda Fernando Pereira.
António Martins, peixeiro no mercado de produtores, refere que “para votar já nem sabemos em quem, nem sabemos quem é o bom, quem é o mau. Eu sempre votei. Tenho o meu partido e é nele que eu vou votar”.
Já para Luís Lourenço, médico veterinário, as preocupações são diferentes. A questão das acessibilidades e da saúde são assuntos que considera prioritários. “Principalmente a saúde acima de tudo, como prioridade máxima. Depois as prioridades normais do país, a nível da educação e a justiça”.
Fernando Pereira acrescenta ainda a preocupação face às obras da linha da Beira Alta, que “deviam estar pronta há dois anos”. O gestor acredita que a obra não estará concluída tão cedo, “nem nas próximas legislaturas”. “Ainda há muitas pessoas, muitas aldeias, para quem a linha da Beira Alta era fundamental como por exemplo: Abrunhosa, Fornos de Algodres, Contenças de Baixo. Com o aparecimento da A25 essas terras morreram totalmente e com o encerramento da linha da Beira Alta ainda mais”, conclui.

David Almeida, Inês Lopes e Laura Almeida – Alunos do curso de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Viseu

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