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A atualização do contrato coletivo de trabalho, que não é revisto há oito anos, é a principal reivindicação dos trabalhadores de vários espaços comerciais do Palácio do Gelo em Viseu. O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP) organizou uma concentração na manhã desta quinta-feira (21 de março) para dar a conhecer a quem se dirigiu ao centro comercial as condições destes trabalhadores.
Segundo o CESP, há 27 lojas associadas da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), entidade patronal que “tem bloqueado a negociação com o sindicato” para “a urgente atualização do Contrato Coletivo de Trabalho”.
“O sindicato abrange, em todo o país, 120 mil trabalhadores, no Palácio do Gelo é um universo de mais de mil trabalhadores. A APED quer impor o banco de horas, quer reduzir o trabalho suplementar e depois há aquilo que é essencial, que é o aumento do salário e não é nada de mais estarmos a pedir 15%, 150€ de aumento para todos os trabalhadores”, explicou José Geraldes, do CESP.
O responsável frisou ainda que “o Sindicato todos os anos apresenta uma proposta à entidade patronal”, mas “o bloqueio da entidade empregadora retira direitos aos trabalhadores”. Esta luta tem-se estendido a todo o país com ações semanais e quinzenais.