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A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) realçou a importância de estabilidade para a atividade empresarial, afirmando que os resultados eleitorais apontam para uma situação que não será “obviamente a mais desejável” para as empresas.
“Para as empresas, que preferem a estabilidade e a previsibilidade para a prossecução da sua atividade, esta não será obviamente a situação mais desejável”, afirmou o presidente da CCP, João Vieira Lopes, numa reação aos resultados das eleições legislativas de domingo, em nota enviada à Lusa.
Segundo a CCP, tudo indica que, para haver alterações fiscais ou no Orçamento do Estado, sem uma maioria parlamentar expressiva, “terão necessariamente de existir acordos pontuais ou compromissos maioritários que, em função do novo quadro parlamentar, serão muito provavelmente de geometria variável em função das propostas em aprovação”.
A CCP diz ter expetativa de que “os objetivos de incentivar o crescimento económico manifestado pelos dois principais partidos se mantenham vivos ao longo da próxima legislatura e que sejam encontradas soluções que permitam desenvolver a economia e em particular recuperar vários atrasos na concretização” dos fundos europeus, nomeadamente do Plano de Recuperação e Resiliência e do Portugal 20/30.
João Vieira Lopes defende ainda que as matérias em aberto em acordos existentes devem ser concretizados na Comissão Permanente de Concertação Social.