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Chef do Ano eleito em Lamego é de Guimarães

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 Chef do Ano eleito em Lamego é de Guimarães

O chef Diogo Novais Pereira venceu em Lamego o concurso Chefe do Ano, cuja final decorreu esta quarta-feira (23 de maio) no Centro Multiusos.

Numa final bastante disputada, o cozinheiro do restaurante Porinhos, em Fafe, conquistou o júri com um menu de sopa de pescada (entrada), canelone de repolho e arroz de forno de cogumelos (prato vegetariano), jardineira de vitela e vazia de vaca (prato de carne) e, por fim, inspiração de tarte de maçã assada de Alcobaça (sobremesa).

Diogo Novais Pereira venceu também o Prémio Helmut Ziebell, que destaca o carácter inovador das técnicas apresentadas. No pódio final ficaram João Costa (chef do Euskalduna Studio no Porto, e natural de Lamego) em segundo lugar e Jorge Bolito (The Yeatman em Vila Nova de Gaia) no terceiro posto.

A final contou ainda com a participação de Francisca Dias (Casa do Gadanha em Estremoz), Mário Santos (Rossio Gastrobar – Altis Avenida em Lisboa) e Pedro Dias (Culto ao Bacalhau no Porto).

Diogo Novais Pereira não escondeu a emoção com a vitória no Chefe do Ano. “Ganhar este concurso é uma emoção muito grande! Ver o meu trabalho reconhecido é incrível, afinal este era um objetivo pessoal e profissional”, disse o vencedor, de 33 anos.

O chef natural de Guimarães começou o seu percurso a estagiar no restaurante DOP, no Porto, e no El Club Allard, em Madrid. De regresso a Portugal, assumiu a chefia da Casa Torta, em Guimarães. Em 2015, mudou-se para o restaurante Oficina no Porto. Quatro anos depois, em 2019, tornou-se chefe executivo do My Story Hotel Rossio, em Lisboa. Mais recentemente, passou a trabalhar em Fafe.

A avaliar a prova final estiveram os chefs António Bóia, Luís Gaspar, Louis Anjos, António Loureiro, Andreia Moutinho, Paulo Pinto e Jeferson Dias (vencedor da última edição do Chefe do Ano), como jurado observador.

“O concurso está mais forte ano após ano. Os seis concorrentes que hoje estiveram em prova devem sentir-se felizes! Foi uma prova muito renhida, até ao último momento, mas o vencedor acabou por ser o concorrente mais consistente do primeiro ao último prato”, afirmou Louis Anjos, outro dos jurados.

Já António Bóia, presidente do júri, mostrou-se satisfeito pelo facto de os concorrentes “terem aprimorado os seus pratos após o feedback do júri nas etapas regionais”. “O concurso foi muito renhido, mas o júri acabou por ser unânime no resultado final”, disse.

Além da final, que contou com a presença de mais de 500 pessoas no Centro Multiusos, também decorreu a iniciativa Pensar Cozinha, um fórum com o tema “A Identidade Culinária”. Ao longo do dia, realizaram-se vários momentos de conversas e demonstrações com personalidades ligadas à gastronomia portuguesa.

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