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Fórum da região Centro debateu turismo como indústria da paz

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
06.06.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
06.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Fórum da região Centro debateu turismo como indústria da paz

Mais de 500 pessoas participaram no 10.º Fórum Vê Portugal, que terminou esta quarta-feira (5 de junho) em Torres Vedras e foi organizado pelo Turismo do Centro. A paz foi o tema principal do evento e a vice-presidente da entidade, Anabela Freitas, defendeu que o turismo é precisamente uma indústria da paz e que é preciso um “esforço conjunto” para garantir isso mesmo.

“O turismo é um fator de coesão do território, mas também ficou evidente, nestes dias, que é um setor frágil e sensível às ameaças externas”, disse.

No encontro, a presidente da autarquia anfitriã, Laura Rodrigues, desafiou os agentes de turismo a criarem “pontes a nível internacional com territórios que sofram com a guerra”.

No último dia do Vê Portugal, foi abordado o tema do turismo como ferramenta de construção e manutenção da paz. Os oradores concluíram que “os turistas podem ser embaixadores da paz”.

A embaixadora da Ucrânia em Portugal, Maryna Mykhailenko, desafiou os portugueses a visitarem o seu país “depois da vitória” na guerra com a Rússia. “Esperamos 200 mil portugueses depois de vencermos”, disse.

No debate “A Paz como Destino Turístico”, os oradores concordaram que, onde não há um destino seguro e em paz, o turismo não poderá ser um fator de desenvolvimento e crescimento económico.

Também entre os oradores estiveram Miguel Torres, presidente da Federação Minha Terra, ex-vereador na Câmara de Tondela e antigo animador cultural na ACERT (painel “A Paz Começa Aqui! Formas de Estimular a Cooperação e a Coesão Territorial”), e o cardeal D. Américo Aguiar, bispo de Setúbal (painel “Impactos da Guerra na Economia Mundial e Nacional”).

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