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Sequestros aumentam em Viseu e estão ligados à violência doméstica e consumo de droga

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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
08.06.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
08.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Sequestros aumentam em Viseu e estão ligados à violência doméstica e consumo de droga
Em fevereiro deste ano, três pessoas (dois homens e uma mulher) sequestraram uma quarta pessoa que conseguiu fugir, depois de ter sido agredido, amarrado e regado com combustível. A pretexto de consumirem droga, os indivíduos levaram a vítima, de 24 anos, até uma zona florestal. Ali foi agredida e ameaçada com uma arma de fogo. Conseguiu fugir e a Polícia Judiciária já deteve o casal envolvido. As autoridades adiantaram tratar-se de questões passionais. Já no ano passado, um jovem, com cerca de 20 anos, foi mantido numa casa abandonada durante cerca de oito horas por um grupo de outros jovens que o estavam a obrigar a tomar laxantes para expelir a droga que tinha engolido. A PJ também apanhou os envolvidos. Há também o caso que se passou no Parque Aquilino Ribeiro, em que um jovem de 18 anos foi sequestrado por outro jovem que sob ameaça de uma arma o obrigou a entrar num carro para pagar o que devia. Trata-se de pequenos traficantes, segundo a polícia, e este tipo de situação acaba por ocorrer com alguma frequência entre clientes e traficantes. Estes são três exemplos de sequestros que aconteceram na cidade de Viseu e que fazem parte dos crimes violentos que engrossam os dados da criminalidade no distrito. Segundo as autoridades, nem sempre se tratam de situações “graves”, mas são classificados como sequestro, uma vez que a pessoa está privada, nem que seja por um curto período de tempo, da sua liberdade. Neste tipo de crime estão também, por exemplo, situações de violência doméstica em que o companheiro ou companheira não deixam a vítima sair de casa ou mantém-se privados de contactos e também quando alguém, com recurso, normalmente, a uma arma branca, ameaça a vítima, obrigando-a a ir levantar dinheiro em caixas multibanco. Os raptos e sequestros foram duas tipologias de crimes que mais aumentaram no distrito de Viseu, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), assim como os roubos por esticão e as extorsões. No primeiro caso, foram registadas 12 ocorrências só que, segundo as autoridades, acaba por não ser significativo. “O aumento deve-se ao facto de no ano anterior não se terem verificado muitas participações”, explicaram. Já nas extorsões, segundo o relatório foram registadas 50 ocorrências em 2023. Ainda de acordo com a mesma fonte, tratam-se de situações em que alguém usa a chantagem para obter, normalmente, contrapartidas financeiras. Este acaba por ser um crime difícil de provar, uma vez que acaba por ser a palavra de um contra a de outro. Também no RASI há referência aos roubos por esticão e na via pública. “Não é muito frequente, comparado com outras zonas do país”, salientam as autoridades. Em 2023, o número de participações de crimes junto das autoridades aumentou 3,4 por cento relativamente a 2022, com a criminalidade violenta a subir 36,1 por cento. Em números absolutos, em 2023 foram registadas 9 178 ocorrências, das quais 215 foram consideradas, efetivamente, criminalidade violenta, ou seja condutas que se dirigem contra a vida, a integridade física ou a liberdade pessoal. A criminalidade violenta tem como denominador comum a violência física ou psicológica e causa um forte sentimento de insegurança. Segundo o RASI, as forças policiais, em 2023 registaram 12 roubos por esticão, 14 violações, 24 ofensas à integridade física voluntária grave, 34 roubos na via pública e 50 casos de extorsão. Numa análise alargada, a criminalidade violenta e grave subiu no ano passado nos distritos da Guarda (68,3%), Bragança (54,3%), Viseu (36,1%) e Setúbal (26,6%), enquanto as descidas ocorreram em Castelo Branco (29,1%), Região Autónoma da Madeira (17,8%), Santarém (14,4%) e Leiria (6,1%). Os crimes mais participados De acordo com o RASI, os crimes mais participados no distrito de Viseu continuam a ser os que estão relacionados com violência doméstica e condução sem carta ou sob o efeito de álcool. Mas, de acordo com os dados divulgados, verifica-se que o maior aumento até aconteceu nas burlas com fraude bancária (17,5%) e burla informática e nas comunicações (5,7%). Exemplos deste tipo de crime são os e-mails fraudulentos a pedir pagamentos (como o caso que aconteceu ao municípios de Viseu em que o SMAS acabou por pagar duas faturas a uma entidade que não a que estava no e-mail) ou a burla “Olá pai, olá mãe”. Ainda no âmbito de crimes informáticos ou através de meios informáticos, destaque para tentativas de intrusão, código malicioso e recolha de informação. Na classe de fraude, o tipo de incidente mais frequente foi o ‘phishing’. No âmbito da ‘tentativa de intrusão’, o tipo mais frequente foi a ‘tentativa de login’, sendo que na classe ‘código malicioso’, o maior número de registos foi de ‘distribuição de malware’ (software informático com intenção maliciosa). Criminalidade geral No âmbito da criminalidade geral, e em todo o país, a violência doméstica é o crime que continua a apresentar maiores índices de queixas, apesar de ter registado uma ligeira descida de 0,1% no ano passado. Os crimes participados às polícias que mais subiram em 2023 foram o abuso de cartão de garantia ou de crédito (+67%), outras burlas (+39%), tráfico de droga (+20,1%), furto em edifício comercial ou industrial sem arrombamento, escalamento ou chaves falsas (+16,7%) e furto de oportunidade de objeto não guardado (+13,4%). O furto em residência com arrombamento, escalamento ou chaves falsas (-11,2%) e furto em veículo motorizado (-6,8%) foram os crimes que mais desceram no ano passado. O RASI de 2023 refere que o crime de furto, nas suas diversas formas, representa 24,5% do total da criminalidade participada, que registou uma tendência de descida até 2021 e com inversão de subida nos anos seguintes. O documento destaca ainda os crimes que aumentaram em resultado da “proatividade policial”, como detenção ou tráfi co de armas proibidas (10,6%), condução com taxa de álcool (9,3%), condução sem habilitação legal (9,2%), resistência e coação sobre funcionário (13,2%) e desobediência (18,3%). Segundo o RASI, apenas o distrito de Coimbra apresenta uma ligeira diminuição da criminalidade geral, registando-se os maiores aumentos em Faro (+13,5%), Setúbal (+12,9%), Beja (+12,3%) e Leiria (+12,1%)
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