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A história da travessia aérea que mudaria o rumo da História em exposição

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.01.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.01.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 A história da travessia aérea que mudaria o rumo da História em exposição

O Museu do Quartzo, em Viseu, vai receber na próxima terça-feira (17 de janeiro) a exposição itinerante que assinala os 100 anos da primeira travessia aérea do Atlântico Sul, protagonizada pelos portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

O museu municipal vai acolher a mostra organizada pelo Museu da Marinha e pelo Museu do Ar e que foi inaugurada em 2022, ano em que se comemoraram os 100 anos da viagem, e onde os visitantes poderão conhecer com maior detalhe o evento histórico.

A exposição vai desde o estudo e a preparação da viagem até ao perfil dos seus protagonistas, às peripécias da travessia e à receção em Portugal e no Brasil, nomeadamente por parte da imprensa da época.

“A nossa identidade enquanto nação é feita de grandes acontecimentos e heróis, cuja memória devemos enaltecer, preservar e não deixar cair no esquecimento”, afirmou o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, citado numa nota do município.

A travessia pioneira teve início a 30 de março de 1922 para assinalar os 100 anos da independência do Brasil e revelou-se um sucesso, apesar de alguns percalços pelo caminho que obrigaram a várias reparações e ao uso de três aviões. Depois de percorridas 4.527 milhas em 62 horas e 26 minutos, Gago Coutinho e Sacadura Cabral acabaram a travessia a 17 de junho do mesmo ano.

Os objetivos a que se propuseram os dois dinamizadores da viagem, de percorrer distâncias significativas de avião sobre o oceano fazendo uso exclusivo de instrumentos portáteis de navegação astronómica, foram cumpridos. A travessia acabaria por inspirar viagens seguintes e contribuir para o desenvolvimento das ligações aéreas transatlânticas.

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

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