No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Aos 18 anos, Portugal dá o direito aos cidadãos de poderem votar e eleger os representantes: nas autarquias, de quem aprova e executa as leis, os representantes no Parlamento europeu ou o mais alto magistrado da Nação. É a conquista do voto universal, ganha com a revolução de Abril. E foi quando atingiu a maioridade que Filipe Pinto avançou para uma juventude partidária. “Entrei na política por iniciativa própria. Com a juventude partidária, começou a desenvolver-se a vontade de fazer política”, conta ao Jornal do Centro aquele que, aos 24 anos, viria a tornar-se presidente da Junta de Freguesia de Freixiosa, no concelho de Mangualde.
Aos 19 anos, Filipe viria a usufruir de outro direito que um cidadão ganha aos 18: o de ser eleito. O jovem entrou nas listas à Assembleia Municipal e acabou por ganhar um lugar naquele órgão autárquico. “Cresci bastante politicamente nessa altura”, reconhece.
Depois, por sugestão de familiares e amigos foi desafiado a candidatar-se à presidência da Junta de Freguesia da terra natal. Ponderou, assume, durante vários dias. “Tinha receio de, numa freguesia com população mais envelhecida, as pessoas não terem confiança política num jovem”, revela.
“Eu sou um filho da terra. As pessoas conhecem-me desde criança. A freguesia é pequena e, por isso, as pessoas quase todas se conhecem umas às outras. Sempre quis que a campanha fosse de proximidade. Quis abordar todos os cidadãos, indo ter com eles. Senti que era preciso isso. Sendo eu um jovem poderia haver alguma dificuldade de ligação ao eleitorado. Então, era preciso quebrar essa barreira”, justifica.
(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira, 1 de dezembro, do Jornal do Centro)