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Adeptos do Académico de Viseu contentes com regresso a “casa”, mas tristes com resultado

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
14.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Adeptos do Académico de Viseu contentes com regresso a “casa”, mas tristes com resultado
Foi com um misto de alegria e tristeza que os adeptos do Académico de Viseu marcaram este domingo (14 de agosto) o regresso a “casa”. Mais de 500 dias depois, a formação viseense voltou a jogar no Estádio Municipal do Fontelo, algo há muito ansiado mas que não foi comemorado da melhor maneira, já que o Académico de Viseu acabou por não conseguir evitar a derrota, por 1-3, frente ao Moreirense. Fábio Almeida e Inês Fernandes foram dois dos 3.288 espetadores que marcaram presença no Fontelo para ver o jogo e, no final, para se juntarem ao piquenique que o clube organizou para os adeptos. “Venho ver o Académico desde os meus quatro anos, tenho 23. Já sentia falta do ritual de vir ao Fontelo, nunca cheguei a ir a Aveiro e já sentia saudades”, confessa Fábio Almeida. Apesar de viverem em Sátão, Fábio e Inês contam que desde sempre tiveram um carinho pelo Académico. Fábio porque começou a ir ao estádio com o pai e Inês porque acabou por ser “influenciada” pelo namorado. “Namoramos há sete anos e há cinco que venho ver os jogos. Primeiro vinha como companhia, mas depois passei a gostar e sempre que podemos vimos”, contou Inês. O casal vinha ainda acompanhado pelos irmãos. Apesar de visivelmente contentes pelo regresso a “casa”, não esconderam a tristeza pelo resultado, mas mostraram-se confiantes numa boa época dos academistas. “Podia ser melhor, mas estamos no início e é preciso mais confiança. São jogadores novos e ainda estão a entrosar-se. Mas penso que há condições, jogadores interessantes. Gostei do que vi”, disse Fábio. Já Inês destacou o trabalho que o clube tem feito para se aproximar dos adeptos, “sobretudo nas redes sociais”. “Fomos acompanhando as iniciativas de hoje pelas redes sociais. Foi assim que soubemos onde ir levantar os bilhetes, por exemplo. Nós jovens usamos as redes sociais e é bom o clube estar presente e manter-nos a par das iniciativas”, disse. Quando ao piquenique, com porco no espeto, que o clube organizou para o final do encontro: “é bom, para nos mantermos próximos do clube. Mas mesmo que eles não fizesses, nós fazíamos”, finaliza entre sorrisos Fábio Almeida. Numa mesa próximo dos quatro jovens, estava mais um grupo que assistiu ao jogo e se mostrou contente com este regresso. Entre os elementos estava Leandro Cabo. Não é de Viseu, mas são vários os amigos que moram na cidade e que acabaram por o desafiar a vir assistir ao jogo. “Foi muito agradável e é bom este convívio no final. Foi a primeira vez que vim, mas certamente será para repetir”, garantiu. Teresa Pereira, natural de Viseu, lembrou a falta que o Fontelo estava a fazer a adeptos e equipa. “Sempre que posso venho e finalmente podemos regressar a casa. Faltava o nosso Fontelo”, desabafou. Já em relação à exibição, a adepta admite que “a primeira parte não correu bem, a segunda foi boa, mas podia-se ter feito um bocadinho melhor”. Ainda assim, Teresa Pereira confia no trabalho da equipa. “Com paciência, penso que vamos lá. Os jogadores que tenham mais calma e que acreditam que com tempo vamos lá chegar”, disse. Para Teresa Pereira há ainda que aplaudir a iniciativa do clube em querer juntar os adeptos, mas “é preciso mais, é preciso repetir, unir a cidade ao clube e continuar a promover a vinda das famílias”, concluiu. Quanto ao jogo, o Moreirense acabou por sair com os três pontos de Viseu, em jogo da segunda jornada da Segunda Liga. Walterson (17 minutos), Bandeira (49), na própria baliza, e Lawrence Ofori (89) foram os autores dos três golos a favor do Moreirense, enquanto André Clóvis (57) reduziu para o Académico de Viseu, que jogou em inferioridade numérica desde os 35 minutos, por expulsão de Pana. O Moreirense entrou melhor e, aos nove minutos, Aparício esteve perto de marcar, mas o remate fez a bola tocar ligeiramente no poste, com Gautier a responder para o Viseu com um cabeceamento ao lado. A pressão da formação de Paulo Alves deu frutos e, aos 17 minutos, Walterson inaugurou o marcador num remate rasteiro, num lance com muitas culpas para o guarda-redes Domen Grill. Até ao intervalo, Franco (31) podia ter aumentado a vantagem dos ‘cónegos’, mas rematou ligeiramente ao lado, com Bandeira (38) a atirar para as mãos de Kewin Silva. A formação de Pedro Ribeiro entrou com nova dinâmica na segunda parte e, apesar de estar em desvantagem numérica, conseguiu equilibrar o jogo, mas acabou por sofrer o segundo golo, aos 49 minutos, num autogolo de Bandeira, aos 49 minutos. O Académico de Viseu reagiu bem ao 2-0 e conseguiu reduzir oito minutos depois, com André Clóvis a fazer o segundo golo no campeonato com um remate à entrada da área. Lawrence Ofori confirmou o triunfo dos minhotos aos 89 minutos, com um remate de fora da área.
 Adeptos do Académico de Viseu contentes com regresso a “casa”, mas tristes com resultado
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