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Agências de viagens com quebras, mas ainda há quem escolha um final de ano lá fora

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
28.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
28.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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Os viseenses estão a viajar menos para celebrar a passagem de ano. Algumas agências de viagens já registam quebras de dois dígitos nas reservas face ao último réveillon.

Ainda assim, para os que optaram por viajar, entre os destinos preferidos estão a ilha da Madeira, o Cabo Verde e as Caraíbas.

As quebras nas marcações são visíveis, como realça José Ferreira, da Agência de Viagens Barbosa, que aponta para cerca de 80 por cento menos do que em anos anteriores.

“A maior parte dos clientes que já tinham até marcado cancelaram as suas viagens”, diz.

Fernando Almeida, responsável pela Best Travel, aponta para uma “quebra superior a 50 por cento” em comparação com o último ano. Frisa, no entanto, que não houve tantos cancelamentos porque também não havia tantas reservas.

Já Rita Azevedo, da Mundicor, refere que as pessoas “estão a viajar bastante menos comparativamente com o ano passado e menos ainda quando comparado com 2019”, apontando para um decréscimo de cerca de 70 por cento.

Mas nem todos sentem as mesmas quebras. André Loureiro, da FR Travel, é o único que diz que há um crescimento nas marcações e garante que muitos clientes fizeram as suas viagens.

“Nos cancelamentos, houve algumas coisas residuais mas nada por aí além. Do que estava marcado, a maior parte das pessoas cumpriu e fez as suas viagens”, frisa o agente.

Nesta agência, os cancelamentos não foram além dos 15 por cento. André Loureiro revela que as reservas foram anuladas sobretudo por pessoas que testaram positivo à Covid-19.

Viagens de fim de ano resistem, garante associação do setor

Entretanto, a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo afirma que as viagens para o final de ano se mantêm.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, disse que as viagens turísticas para o estrangeiro nestes últimos dias do ano, por exemplo, para Cabo Verde, Disnelyland Paris, Maldivas e Dubai, “são um êxito”, assim como em Portugal para a Madeira ou os Açores.

“A operação é, naturalmente, inferior a 2019, mas é superior a 2020, está consolidada e não foi abalada por estes últimos acontecimentos” de mais contenção devido à pandemia de Covid-19, acrescentou. Mas Pedro Costa Ferreira divide a operação turística “em três grandes partes”.

“Uma (delas) que já estava um caos, já estava sacrificada, que tinha sido destruída, é a entrada de estrangeiros em Portugal. A partir do momento em que o Governo abala uma das bandeiras da sua Presidência Europeia, que é o Certificado Digital de Vacinação, e obriga à realização de testes (de testagem à Covid-19), há um cancelamento generalizado dos mercados internacionais para Portugal”, começou por explicar o responsável.

Depois, há uma segunda área, distingue, que é a do turismo interno, que “estava a resistir” e que “acabou por ser arrasada pelo discurso” do primeiro-ministro, António Costa, depois do anúncio das novas medidas de contenção da pandemia.

“Os cancelamentos foram imediatos assim que o primeiro-ministro terminou o anúncio das medidas. Falei com os agentes de viagens, com os hoteleiros, os restaurantes, e os cancelamentos iniciaram-se logo nesse dia à noite. Portanto, um subsetor, que estava a resistir em termos de Natal e de fim de ano, que era o turismo interno, tenho muitas dúvidas que consiga aguentar”, lamenta Pedro Costa Ferreira.

O mercado interno tem sido o principal impulsionador do setor turístico em Portugal desde que houve uma abertura mais generalizada das atividades económicas, nomeadamente no verão. O presidente da APAVT critica que se tenha legislado, “sabendo que a sociedade civil não consegue responder”, nomeadamente dada a falta de capacidade de testagem. “É muito bonito dizer que os testes gratuitos passam de quatro para seis quando não se pode fazer nenhum porque não há agenda, não se tem tempo ou dinheiro”, exemplificou.

Pedro Costa Ferreira enumera, então, em terceiro lugar uma área que tem a ver com os turistas portugueses para o estrangeiro e que se “mantém resistente”. “Os cancelamentos, continuam a ser materialmente irrelevantes e a operação comercial é definitivamente um êxito”, dando como exemplo os destinos mencionados.

“O que é que nos faz pensar? Um país que é modelo, entre aspas, no ataque à Covid, e – depois de turistas internacionais que têm medo de cá entrar -, termos turistas nacionais que cancelam as viagens no seu próprio país e turistas nacionais que continuam confortáveis a ir para o estrangeiro, para diferentes países, de diferentes estágios de desenvolvimento, só há uma única razão: é que nesses países não se alteraram as restrições às viagens dia após dia. Elas estão clarificadas, estão solidificadas, não se alteram no curto prazo, e isso faz toda a diferença”, reforçou.

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