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Andor em Viseu é transportado pela PSP, Bombeiros, Polícia Municipal e comunidade

Bispo preside no domingo à procissão de Nosso Senhor dos Passos

 “Queremos que Viseu deixe de ser uma Associação de Basquetebol menor”
02.04.25
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Andor em Viseu é transportado pela PSP, Bombeiros, Polícia Municipal e comunidade

A Irmandade de Santa Cruz e Passos volta a promover a Procissão de Nosso Senhor dos Passos, no próximo fim de semana, dias 5 e 6 de abril, que vai percorrer várias ruas da cidade de Viseu.

No dia 5 de abril, a procissão vai sair da Igreja de São Miguel de Fetal em direção à Catedral, a partir das 20h30, e no domingo, dia 6, regressa à Igreja, às 17h00, presidida pelo Bispo da Diocese de Viseu, D. António Luciano. Neste dia, são ainda rezadas as Vésperas na Catedral, às 16h15, que antecedem a saída da procissão.

O andor, com a imagem de Cristo com a cruz, é transportado no primeiro dia pela comunidade de Ranhados e, no domingo, regressa à Igreja de São Miguel de Fetal pelas mãos da PSP e dos bombeiros. O pálio será levado por agentes da Polícia Municipal, como já é tradição, e a procissão será acompanhada pela Banda de Ribafeita. 

Entre fiéis e curiosos da cidade de Viseu, mas também de concelhos vizinhos, podemos referir-nos a centenas de pessoas, entre participantes e espetadores, essencialmente no domingo, como adianta Arlindo Ramos, que há 12 anos é um dos responsáveis da Irmandade. 

A procissão com a imagem de Cristo a carregar a cruz a caminho do Calvário, numa manifestação pública de fé e devoção, marca este tempo de Quaresma e antecipa a vivência da Semana Santa, a chamada “Semana Maior”, em que toda a Igreja celebra, de uma forma mais solene e intensa, a Morte e a Ressurreição do Senhor. 

Uma tradição que remota a 1567, como esclarece Arlindo Ramos, e que sempre foi promovida pela Irmandade de Santa Cruz e Passos, que na altura foi criada nos Claustros da Sé e acabou posteriormente por ser transferida para a Igreja de São Miguel de Fetal, sendo que a atual data do século XVIII.

Com o passar dos anos, também as especificidades da procissão foram-se alterando. Arlindo Ramos recorda que antigamente as pessoas participavam na procissão descalças e outras chegavam a vestir-se de anjinhos. Contudo a simbologia e a fé, que estão inerentes a esta manifestação religiosa, mantêm-se iguais. “Esta procissão foi sempre atribuída à Irmandade de Santa Cruz e Passos e nós temos de preservar esta procissão quinhentista. É um ato nobre tão importante para a nossa religião, na qual a cidade se envolve muito”, assegura. 

Apesar da Irmandade viver apenas das esmolas dos fiéis, está empenhada na continuação da tradição e tem a ambição de fazer obras de requalificação e conservação na Igreja de São Miguel de Fetal. Com uma “história riquíssima” e portadora de “património religioso, que não está exposto por falta de segurança”, chegou a ser o local onde São Teotónio celebrava a missa e distribuía alimentos aos mais necessitados. 

Itinerário da Procissão 

Dia 5 de abril: Igreja de S. Miguel; Rua Simões Dias; Rua João Mendes (Rua das Bocas); Santa Cristina; Rua Formosa; Rua do Comércio; Praça D. Duarte; e Catedral.

Dia 6 de abril: Catedral; Largo Pintor Gata; Rua Nunes de Carvalho; Rossio; Av. Gulbenkian; Rua Alexandre Herculano; Rua D. Francisco Alexandre Lobo; Santa Cristina; Av. Capitão Silva Pereira; Rua João Mendes; Rua Simões Dias; e Igreja S. Miguel.

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