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Antropóloga uruguaia estuda práticas rurais na aldeia de Várzea de Calde

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 Antropóloga uruguaia estuda práticas rurais na aldeia de Várzea de Calde - Jornal do Centro
17.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Antropóloga uruguaia estuda práticas rurais na aldeia de Várzea de Calde - Jornal do Centro
17.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Antropóloga uruguaia estuda práticas rurais na aldeia de Várzea de Calde - Jornal do Centro

A uruguaia Ana Rodríguez vai estar, a partir de sábado (20 de agosto), em residência artística na aldeia de Várzea de Calde, no concelho de Viseu. A antropóloga vai ser acolhida até 10 de setembro pelas equipas da associação cultural Binaural Nodar e do Museu do Linho de Várzea de Calde.

Esta nova residência retoma a primeira iniciativa do género realizada em outubro de 2020, assim como o projeto “Plantas Faladas: Arquivo de memória vegetal”, cuja exposição retrospetiva esteve patente no Museu do Linho. A conclusão desta residência consistirá na publicação do livro bilingue “Ecos do Dom”.

Segundo uma nota dos Museus de Viseu, Ana Rodríguez tem vindo a trabalhar com a memória, som e oralidade “em contextos rurais, nomeadamente através do seu projeto Mapa Sonoro de Uruguay”.

“Desta vez, o foco da sua intervenção serão as práticas tradicionais ligadas ao cuidado e à saúde individual e da comunidade, as quais se foram transformando ao longo do tempo, mas ainda subsistem em zonas rurais de países como Portugal e Uruguai”, pode ler-se no comunicado.

A residência criativa “Ecos do Dom” é cofinanciada pela Câmara de Viseu no âmbito do protocolo com a associação Binaural Nodar, em parceria com o Museu do Linho e a Junta de Freguesia de Calde.

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